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A gestão do tempo é um dos desafios da maior parte dos profissionais seja de que área for. Antes de mais, é importante reforçar que o tempo não pode propriamente ser gerido, uma vez que o tempo que está à nossa disposição é sempre o mesmo. Na verdade, o que podemos gerir são as atividades que encaixamos no tempo que temos disponível. Neste artigo, falo-lhe de três erros crassos que são demasiado comuns entre os comerciais e que fazem com que sintam que estão constantemente a correr contra a tempo. 1. Não ser produtivo Nós habituámo-nos, por alguma razão, a confundir atividade com produtividade. A maior parte dos vendedores trabalha 8 horas por dia, ou mesmo mais do que isso. Portanto, não está de todo em causa o tempo que trabalham. Mas será que se estão a dedicar esse tempo às atividades que vão de facto gerar impacto nos…

Todos queremos ser mais e mais produtivos. Conseguir fazer mais coisas em menos tempo. Conseguir mais resultados com menos esforço. Mas como? Eu acredito que há uma coisa crítica  a fazer. O nosso tempo é limitado e é o maior fator crítico do nosso sucesso. Seja no trabalho ou na nossa vida pessoal, estamos constantemente a escolher com que atividades vamos ocupar o nosso tempo. Uma das ideias que eu tento trazer ao mercado com alguma frequência é a ideia de que nós vivemos num mundo dominado por leis. Não só as leis criadas pelo homem mas também as leis que já cá estavam quando cá chegámos. Ou seja, eu acredito que há uma série de leis universais com as quais é crítico que nós nos alinhemos para podermos atingir determinados resultados. Uma dessas leis chama-se Lei de Pareto e diz que em quase tudo na vida nós temos uma…

Quer na minha atividade de acompanhar o crescimento de empresas, quer nos cursos que dou, um dos temas sobre os quais mais vezes me questionam tem que ver com os desafios relacionados com a gestão do tempo. Ora, para mim, existem duas decisões que substituem qualquer curso que possa fazer sobre esta temática. Então vou partilhar consigo as duas principais decisões que cada um de nós deve tomar para ser mais produtivo. E são apenas e só duas decisões. 1.ª Decisão – Decidir o que fazer e o que não fazer! A lista das coisas que temos de fazer não é mais importante do que a lista das coisas que não podemos fazer. Porque as nossas 24 horas estão ocupadas, seja a fazer coisas produtivas, seja a fazer coisas que não são produtivas. Então, mesmo quando nos limitamos a procrastinar, estamos a ocupar o nosso tempo! E é importante que…

A nossa conta bancária não é, de todo, um indicador fiável da qualidade da nossa atividade profissional, nem do poder que nós temos de estar a fazer dinheiro no futuro. Nós temos de analisar constantemente três indicadores principais para controlar a saúde da nossa atividade. Conta de exploração É fundamental que distingamos a nossa vida pessoal da nossa atividade profissional, nomeadamente nas contas bancárias. E que controlemos de forma rigorosa a nossa conta de exploração. Esta conta deve listar os nossos custos, proveitos e a diferença entre os dois. Ou seja, o nosso lucro. Dentro dos custos (totais) devemos considerar os custos fixos – aqueles que têm independentemente de venderem ou não – e os custos variáveis – aqueles que têm quando fazem uma venda. Já os proveitos dizem respeito às comissões que cobramos por intermediar transações imobiliárias. Ora, se desenharmos duas retas, a partir de um determinado ponto é…

Para qualquer que seja a nossa atividade profissional, devemos reconhecer o nosso alvo de produtividade. No centro deste alvo encontram-se as tarefas mais produtivas e o tempo mais bem pago. Contrariamente, conforme nos vamos afastando do centro, vamos encontrando as tarefas menos produtivas e que menos desmultiplicam o resultado do nosso esforço. Já pensou no seu alvo de produtividade? Sabe que tarefas lhe trazem mais resultados e dinheiro? E aquelas em que não deve investir a maioria do seu tempo? Pensemos então em qual será o alvo de produtividade de um consultor imobiliário. O centro do alvo O centro do alvo é sempre trabalho intelectual. É o tempo de pensar. Quando os consultores imobiliários estão a medir a sua atividade, estão claramente no centro do alvo. E este é o tempo mais bem pago. Definir objetivos, fazer planos para os atingir, fazer o melhor juízo sobre as tarefas que devem ser…

Em qualquer organização e equipa é fundamental estabelecer objetivos, metas e compromissos, discutir problemas e avaliar resultados. Para tal, a realização de reuniões periódicas é crucial. Todos os colaboradores devem saber em que ponto se encontra a empresa ou departamento, tal como o que devem fazer para contribuir para o seu crescimento sustentável. No entanto, muitas empresas reúnem a toda a hora, por tudo e por nada. E essas reuniões são desorganizadas, levam tempo a mais e delas saem muito poucas decisões… Por vezes os colaboradores saem mesmo sem a noção exata do que devem executar qualitativa e quantitativamente. Por isso eu sugiro 5 regras para a gestão de reuniões: 1. Confronte sempre os “factos brutais” Temos de ter a capacidade de apresentar a realidade como ela é. O que magoa mais as pessoas é sempre a forma como as coisas são ditas. Por isso, devemos dizer o que…

Acho que uma das grandes dificuldades na gestão de empresas está relacionada com o fluxo de caixa, ou cash flow. Uma organização empresarial existe para gerar lucro. No entanto, por mais lucro que tenha, não pode pagar contas ou impostos com ele. Por isso, para a sobrevivência da empresa, o lucro tem de ser transformado em fluxo de caixa. Existem empresas que vendem muito, transformar as vendas em lucro, pagam impostos elevados sobre esses lucros mensuráveis e, ainda assim, não têm dinheiro nas contas bancárias a elas associadas. Ou seja, têm lucros mas não têm fluxo de caixa. Isto acontece porque muitos empresários não têm presente uma distinção clara entre lucros e cash flow. Esta situação chega mesmo a gerar algumas discussões com os seus contabilistas, nomeadamente quando recebem as demonstrações financeiras anuais e o cálculo do respectivo IRC. Portanto, é crítico transformar lucros em fluxo de caixa.  No vídeo abaixo, explico-lhe melhor a…

Segundo Jack Welch, um dos mais conceituados gestores da História, no que toca ao desempenho, os colaboradores de qualquer empresa distribuem-se ao longo daquilo que, em Estatística, se designa por uma curva normal. Posto isto, para este gestor, que liderou a mítica General Electric, para aumentar a performance média o aspeto mais importante é praticar diferenciação no tratamento dos colaboradores. Nesta curva temos uma franja relativamente pequena que são os colaboradores de melhor performance. Depois, no centro, temos a maior parte das pessoas e, no lado oposto, os colaboradores de pior performance. Então para fazer crescer a performance da equipa é preciso deslocar a média do grupo para o lado dos colaboradores de alta performance. Segundo Jack Welch, para fazer crescer a performance da equipa temos de cuidar mais dos 20% melhores, dedicar algum tempo aos 70% da média e dar programas de treino aos 10% piores, para que…

Muitos empresários e empreendedores iniciam as suas atividades comerciais com uma obsessão pelo crescimento. Todavia, a velocidade pode matar o seu negócio. Na fase inicial de uma empresa, é crítico ganhar dinheiro para mantê-la viva. Para tal, é prioritário gerar cash flow. Ora, ao iniciar um negócio, querer fazê-lo crescer a uma velocidade desenfreada, ao mesmo tempo que tem necessidade de gerar cash flow rápido, pode resultar num desastre. Recordemos que o exemplo de Warren Buffet, que, na minha opinião, é a pessoa que mais sabe sobre negócios no mundo. Este investidor e empresário foi várias vezes considerado o homem mais rico do mundo. Mas repare: depois de iniciar o seu negócio, Warren Buffet levou 14 anos a fazer o seu primeiro milhão. 99% da sua fortuna foi feita depois dos 50 anos. Isto aconteceu há algumas décadas, no entanto, não espere conseguir algo semelhante num espaço de tempo muito mais…

Os passivos são o que, nas nossas vidas, representa uma responsabilidade constante. Os passivos geram despesas, enquanto os ativos geram receitas. Infelizmente, e na maior parte das famílias de classe média, o valor dos passivos ultrapassa o dos ativos, o que significa que o nosso património líquido tem um valor negativo. Por exemplo, a nossa casa, apesar de contabilisticamente ser um ativo, não gera rentabilidade, mas sim despesa. Portanto, para efeitos de independência financeira, trata-se de um passivo. Poderemos considerá-la, quando muito, um mal necessário, uma vez que precisamos de ter um teto e sentir alguma segurança. Todavia,  ter casa não gera nenhum tipo de retorno financeiro. Para muitas famílias, as receitas servem exclusivamente para fazer face às despesas com os passivos e assim gera-se apenas despesa e não património líquido. Ora, criar riqueza financeira consiste em construir património líquido, cujo equivalente contabilístico será o capital próprio. Ou seja, é…