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Jack Welch é por muitos considerado o maior gestor da história. Foi o mítico gestor da General Electric. E sabe qual é a forma mecânica como Jack Welch toma decisões de gestão? Qual é a prática que ele considerou ser a mais importante na gestão de uma empresa? PRATICAR DIFERENCIAÇÃO  Ou seja, é não tratar todos os colaboradores da empresa da mesma forma. E como o fazem na prática? Na General Electric passa por avaliar periodicamente todos os níveis hierárquicos da empresa. De dois em dois anos, todos os colaboradores são avaliados individualmente. Todos sem exceção, incluindo os do nível de presidente. Ora, cada colaborador é avaliado segundo uma grelha de critérios que é perfeitamente conhecida por toda a gente. Depois é distribuída essa avaliação numa curva normal estatística. É assim identificado se esse colaborador está nos 10% de pior performance daquele nível hierárquico, se está nos 70% em…

Tem os KPIs (Key Performance Indicators) do seu negócio bem definidos? E monitoriza-os constantemente? Vejo muitos empreendedores não darem a devida importância ao conhecimento dos números subjacentes ao seu negócio. Conhecer os KPIs , ou indicadores-chave de performance da atividade e dos colaboradores, é crítico. “O quê” e “quanto” deve ser feito de cada tarefa na sua empresa para atingir o resultado que almeja no futuro. Medindo estes indicadores passamos a ter capacidade de ajustar a execução para alcançar os objetivos. Pela lei da causa e efeito, qualquer resultado que a sua empresa tenha é o efeito de causas bem determinadas a montante. Então, se classificar numericamente essas causas será muito mais fácil atingir o resultado final que visa alcançar. Por isso procure saber o que precisa fazer a montante a nível de desempenho para atingir os resultados que ambiciona a jusante no seu negócio. Assim, além de se aproximar do resultado…

Depois de definirmos os objetivos e de desenharmos os planos, precisamos de executá-los consistentemente e de monitorizar essa mesma execução. É importante sabermos que a equipa vai no caminho certo, mas é também importante estarmos no caminho certo no máximo de ritmo possível. O ritmo é por isso uma das disciplinas essenciais da execução consistente (conheça as restantes neste artigo).  E isso consegue-se essencialmente com duas atividades: reuniões ordinárias e avaliações. Em relação às reuniões, estas devem ser… … Trimestrais O trimestre é o prazo ideal para maximizar a performance nas empresas. No final de cada trimestre, deve-se fazer uma avaliação do que aconteceu no anterior e planear o que tem de acontecer no seguinte. Todas as métricas devem ser analisadas e redefinidas na última semana do trimestre. Eu defendo que prazos maiores do que o trimestre acabam por estimular a complacência, principalmente no início do período. … Semanais São…

O crescimento de uma empresa traz consigo o aumento da sua complexidade. A única forma de fazer lhe fazer face, mantendo tudo operacional e os níveis de qualidade, é criando sistemas e otimizando processos. Sistematizar é o que nos permite tornar os processos previsíveis e consistentes numa empresa. E isso possibilita oferecer aos clientes as experiências que eles esperam. Como líderes temos de criar sistemas para que todas as funções sejam feitas mesmo na nossa ausência. Para tal, treinamos as pessoas no sistema e controlamos. Assim estamos a preparar a empresa para que ela possa funcionar sem nós. Só desta forma a empresa pode crescer a sério. É nesse momento que maximizamos o valor da empresa, porque ela não depende de pessoas e sim de sistemas. Na prática, o processo de sistematização consiste testar um procedimento. Ou seja, realizar a tarefa uma vez e documentar todo o processo, para que…

No outro dia, vi na internet uma entrevista a Roberta Matuson, autora de vários livros na área de liderança como The Magnetic Leader. Partilho convosco um exemplo muito interessante que ela deu, que nos permite refletir sobre a importância da inovação. Penso ser relevante para todas as pessoas, em particular para aquelas que tomam decisões em empresas. Pensem na Disneyland ou outro parque temático semelhante. Quando entramos no parque temos normalmente dois corredores à frente: um pela direita e outro pela esquerda. Está provado estatisticamente que a grande maioria das pessoas segue pelo corredor da direita. Nós, mesmo que não tenhamos inclinação para escolher a direita, entrando num sítio que desconhecemos, seguimos instintivamente e, por isso, lá vamos pelo caminho da direita. Se já foram a um parque deste género, sabem que todas as atrações têm filas intermináveis, que temos de estar muitas vezes mais de uma hora para conseguir…

Há cerca de 50 anos, no tempo dos nossos avós, dos nossos pais talvez, nós abríamos um pequeno negócio e, se fosse bem gerido, ele durava uma vida inteira. Mas hoje em dia não é tão fácil manter um negócio lucrativo por tanto tempo. É preciso não parar de crescer. Naquela altura, não havia uma pressão da concorrência que nos obrigasse a estar atualizados e a crescer constantemente. Um comerciante montava uma mercearia, tomava conta do bairro e já ninguém punha lá outra. E aquilo dava para a vida toda. Provavelmente ficava para os filhos e para os netos. Até meados dos anos 80 foi mais ou menos assim. Com a globalização as regras mudaram. Começou a entrar capital estrangeiro por todo o lado, criou-se uma pressão brutal em termos de concorrência, a internet e a TV por cabo generalizaram-se… Então, as regras do jogo alteraram-se completamente. Atualmente se eu…

Já fiz o diagnóstico a centenas de empresas e quase todas elas sofrem de um mal comum. Não sabem quem são os seus clientes, não conhecem o seu comportamento e não os trabalham na venda repetida. Ora, parte desses problemas pode ser resolvida com um CRM organizado. Já ouviu dizer que encontrar um cliente novo pode custar 6 vezes mais do que incentivar um antigo cliente a comprar? Então e mesmo assim não trabalha a sua base de clientes? A primeira ferramenta que eu aconselho os meus clientes a instalar nas suas empresas é um CRM (Customer Relationship Management) . Porque é uma ferramenta de gestão de clientes que permite aos gestores ter todos os clientes informaticamente registados. Com este sistema podem saber exatamente quem são, o que já compraram, que tipo de comportamento têm e quais as interações que já tiveram com as suas empresas. O que podemos…

Muitas pessoas que me procuram pedem-me que de alguma forma tenha uma intervenção motivacional junto das suas equipas. É um facto que, com a conjuntura económica que estamos a atravessar, muitas vezes a questão emocional é difícil de gerar nas empresas, mas para mim também é difícil acreditar que é uma questão de motivação que impede os negócios de crescer e os resultados de serem melhores. Da forma como eu vejo as coisas, os negócios são um jogo intelectual. São um jogo de ideias e um jogo em que os resultados decorrem diretamente das escolhas que nós fazemos e das decisões que nós tomamos. E muito menos da motivação, ou falta dela, que exista nas nossas equipas. Por isso acredito que os negócios não são um jogo motivacional, mas sim um jogo intelectual. E nós sabemos que a motivação e a parte mais racional dos negócios muitas vezes têm correlações…

Há algum tempo, no âmbito do meu trabalho de coach empresarial, fui contactada pelo dono de uma empresa portuguesa. A empresa já faturava alguns milhões de euros. Tinha cerca de 200 colaboradores. Mas há alguns anos que estava estagnada. O mercado apresentava alguns desafios e o empresário sentia que não estava a conseguir dar resposta. Estava exausto. Sentia que vivia para a empresa e que, mesmo assim, o tempo não chegava. Queria crescer mas não estava a conseguir. Neste contexto pediu-me para o ajudar a identificar os problemas e a encontrar uma solução. O problema No processo de identificação dos principais problemas, entrevistei as chefias intermédias e fiz um diagnóstico mais detalhado ouvindo as várias partes. Aquilo que detetei foi que toda a estrutura funcionava como robots. As pessoas, mesmo aquelas que pareciam ser altamente competentes e com conhecimento técnico sobre os processos internos, estavam tão condicionadas pelas decisões do…

Gerir pessoas é uma tarefa muito complicada. Para grande parte dos clientes com quem trabalho, é mesmo considerada uma das mais difíceis. É, no entanto, uma tarefa que todos nós que lidamos com equipas no dia-a-dia temos de ir aprendendo a fazer cada vez melhor. Pessoas são sempre pessoas. Por mais que criemos estereótipos e que as tentemos caracterizar, cada indivíduo é único e diferente do outro. Sabermos ler os outros, perceber como lidar com cada indivíduo é uma arte que está ao alcance de poucos. O poder de nos adaptarmos aos outros é fundamental em qualquer função de liderança. Mas é também importante sabermos impor as nossas regras e garantir que as coisas acontecem da melhor maneira. Tendo como base as opiniões de alguns dos maiores gurus da gestão e da liderança, existe uma grande dicotomia entre o que é gestão e liderança, o que é controlo e inspiração,…