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gestão empresarial

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Ouvimos dizer muitas vezes que “o lucro não é tudo”. Será isto mesmo verdade? Uma empresa é criada para gerar lucro. Se não temos isso em vista então devemos optar por criar outro tipo de organização que não uma empresa. Se a nossa empresa não gerar lucros, não estamos a concretizar o derradeiro motivo da sua existência. No entanto, há empresários que apresentam algum desconforto quando se fala dos lucros das suas empresas. Muitas vezes, na nossa sociedade, há quem assuma que o lucro é algo de pernicioso. Porém, acredito que tem de ser visto como algo positivo. A forma de lá chegar é que muitas vezes pode assumir contornos negativos. Portanto, não é o lucro que está em questão mas sim os valores do empreendedor que o procura. https://www.youtube.com/watch?v=jC3avqM2G1M A reter: O lucro é a razão de ser da empresa. Uma empresa que não tem lucros é como um…

Se se estabelecer por conta própria torna-se obrigatoriamente um empreendedor? Talvez não. Na verdade, em muitos dos casos quem monta uma empresa não desempenha o papel de empreendedor, mas sim as funções de um técnico. Muitas vezes, um técnico acima da média, mas insatisfeito! Sabe que existe um “mito” em volta do papel principal de um empresário? No nosso dia a dia, uma das principais coisas que fazemos, é ajudar as empresas a melhorar os seus resultados… … e talvez o maior desafio que encontro é aquilo que chamo, inspirado pelo Michael Gerber, o Mito do Empreendedor! No vídeo abaixo eu explico: ≫ o principal motivo que leva alguém a montar um negócio ≫ o que normalmente acontece a essas pessoas e o que leva à estagnação do negócio ≫ qual a principal função de um empresário ≫ o principal desafio que encontrará em termos de liderança. https://www.youtube.com/watch?v=2Joj7Jcc2Vo&t=44s A reter:…

A definição do nicho é uma das áreas principais com que nos devemos preocupar na hora da definição da estratégia da nossa empresa. A par da concorrência e da proposta de valor, esta é uma decisão fulcral e que inclusive vai influenciar todas as outras. Outra verdade a ter em conta é que a chegada das novas tecnologias trouxe grandes mudanças à forma como as empresas se relacionam com os clientes. A Internet, os tablets e smartphones e a TV por cabo vieram mudar por completo a forma como esta relação se estabelecia. Antes, a economia tradicional era uma economia de massas. Existiam produtos que eram best-sellers e outros que vendiam muitíssimo. Abaixo de um determinado número de vendas, deixava de ser rentável produzir um determinado produto. No mundo de hoje, o acesso à informação torna o consumidor muito mais exigente. Atualmente, vivemos numa economia de nicho. E formar um…

Há uns tempos li um estudo que indicava que mais de metade das pequenas empresas portuguesas não dava formação aos seus colaboradores. Não me chocou a conclusão deste estudo pois conheço bem esta realidade. Mas, enquanto coach empresarial, não posso deixar de mostrar a minha profunda indignação. Peço até a todos os empresários deste país que dêem aos seus funcionários a oportunidade de fazerem formações importantes para o seu dia a dia. Só assim poderão evoluir e ser melhores a cada dia. O mundo está em constante evolução e por isso temos que estar disponíveis para ouvir outros pontos de vista e aprender coisas novas. Porque parar é morrer. E isto também é verdade para o conhecimento dos nossos funcionários. Esta é a realidade do nosso país e o pior são as desculpas que os empresários encontram para isto fazer algum sentido: “A formação é cara.”“Cada dia fora da empresa…

Aprendi com Jack Welch que o aspeto mais importante na gestão de uma empresa é entendermos que, ao nível de performance, os colaboradores se distribuem ao longo de uma curva normal. O que é que isto significa na prática? Significa que nesta curva temos uma franja que são os colaboradores de melhor performance (um número relativamente pequeno), depois, no centro, temos a maior parte das pessoas e, no outro lado, os colaboradores de pior performance. Ora, o crescimento de uma empresa depende sempre da performance dos que lá trabalham. Então para fazer crescer a performance da equipa e, consequentemente, da empresa é preciso deslocar a média do grupo para o lado dos colaboradores de alta performance. Saber como cada empresário vai gerir esta realidade matemática é uma opção. Podemos ser mais suaves ou mais rigorosos. No entanto, não podemos é deixar de gerir a equipa em relação a este fenómeno…

Jack Welch é por muitos considerado o maior gestor da história. Foi o mítico gestor da General Electric. E sabe qual é a forma mecânica como Jack Welch toma decisões de gestão? Qual é a prática que ele considerou ser a mais importante na gestão de uma empresa? PRATICAR DIFERENCIAÇÃO  Ou seja, é não tratar todos os colaboradores da empresa da mesma forma. E como o fazem na prática? Na General Electric passa por avaliar periodicamente todos os níveis hierárquicos da empresa. De dois em dois anos, todos os colaboradores são avaliados individualmente. Todos sem exceção, incluindo os do nível de presidente. Ora, cada colaborador é avaliado segundo uma grelha de critérios que é perfeitamente conhecida por toda a gente. Depois é distribuída essa avaliação numa curva normal estatística. É assim identificado se esse colaborador está nos 10% de pior performance daquele nível hierárquico, se está nos 70% em…

Tem os KPIs (Key Performance Indicators) do seu negócio bem definidos? E monitoriza-os constantemente? Vejo muitos empreendedores não darem a devida importância ao conhecimento dos números subjacentes ao seu negócio. Conhecer os KPIs , ou indicadores-chave de performance da atividade e dos colaboradores, é crítico. “O quê” e “quanto” deve ser feito de cada tarefa na sua empresa para atingir o resultado que almeja no futuro. Medindo estes indicadores passamos a ter capacidade de ajustar a execução para alcançar os objetivos. Pela lei da causa e efeito, qualquer resultado que a sua empresa tenha é o efeito de causas bem determinadas a montante. Então, se classificar numericamente essas causas será muito mais fácil atingir o resultado final que visa alcançar. Por isso procure saber o que precisa fazer a montante a nível de desempenho para atingir os resultados que ambiciona a jusante no seu negócio. Assim, além de se aproximar do resultado…

Depois de definirmos os objetivos e de desenharmos os planos, precisamos de executá-los consistentemente e de monitorizar essa mesma execução. É importante sabermos que a equipa vai no caminho certo, mas é também importante estarmos no caminho certo no máximo de ritmo possível. O ritmo é por isso uma das disciplinas essenciais da execução consistente (conheça as restantes neste artigo).  E isso consegue-se essencialmente com duas atividades: reuniões ordinárias e avaliações. Em relação às reuniões, estas devem ser… … Trimestrais O trimestre é o prazo ideal para maximizar a performance nas empresas. No final de cada trimestre, deve-se fazer uma avaliação do que aconteceu no anterior e planear o que tem de acontecer no seguinte. Todas as métricas devem ser analisadas e redefinidas na última semana do trimestre. Eu defendo que prazos maiores do que o trimestre acabam por estimular a complacência, principalmente no início do período. … Semanais São…

O crescimento de uma empresa traz consigo o aumento da sua complexidade. A única forma de fazer lhe fazer face, mantendo tudo operacional e os níveis de qualidade, é criando sistemas e otimizando processos. Sistematizar é o que nos permite tornar os processos previsíveis e consistentes numa empresa. E isso possibilita oferecer aos clientes as experiências que eles esperam. Como líderes temos de criar sistemas para que todas as funções sejam feitas mesmo na nossa ausência. Para tal, treinamos as pessoas no sistema e controlamos. Assim estamos a preparar a empresa para que ela possa funcionar sem nós. Só desta forma a empresa pode crescer a sério. É nesse momento que maximizamos o valor da empresa, porque ela não depende de pessoas e sim de sistemas. Na prática, o processo de sistematização consiste testar um procedimento. Ou seja, realizar a tarefa uma vez e documentar todo o processo, para que…

No outro dia, vi na internet uma entrevista a Roberta Matuson, autora de vários livros na área de liderança como The Magnetic Leader. Partilho convosco um exemplo muito interessante que ela deu, que nos permite refletir sobre a importância da inovação. Penso ser relevante para todas as pessoas, em particular para aquelas que tomam decisões em empresas. Pensem na Disneyland ou outro parque temático semelhante. Quando entramos no parque temos normalmente dois corredores à frente: um pela direita e outro pela esquerda. Está provado estatisticamente que a grande maioria das pessoas segue pelo corredor da direita. Nós, mesmo que não tenhamos inclinação para escolher a direita, entrando num sítio que desconhecemos, seguimos instintivamente e, por isso, lá vamos pelo caminho da direita. Se já foram a um parque deste género, sabem que todas as atrações têm filas intermináveis, que temos de estar muitas vezes mais de uma hora para conseguir…