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Há cerca de 50 anos, no tempo dos nossos avós, dos nossos pais talvez, nós abríamos um pequeno negócio e, se fosse bem gerido, ele durava uma vida inteira. Mas hoje em dia não é tão fácil manter um negócio lucrativo por tanto tempo. É preciso não parar de crescer. Naquela altura, não havia uma pressão da concorrência que nos obrigasse a estar atualizados e a crescer constantemente. Um comerciante montava uma mercearia, tomava conta do bairro e já ninguém punha lá outra. E aquilo dava para a vida toda. Provavelmente ficava para os filhos e para os netos. Até meados dos anos 80 foi mais ou menos assim. Com a globalização as regras mudaram. Começou a entrar capital estrangeiro por todo o lado, criou-se uma pressão brutal em termos de concorrência, a internet e a TV por cabo generalizaram-se… Então, as regras do jogo alteraram-se completamente. Atualmente se eu…

Já fiz o diagnóstico a centenas de empresas e quase todas elas sofrem de um mal comum. Não sabem quem são os seus clientes, não conhecem o seu comportamento e não os trabalham na venda repetida. Ora, parte desses problemas pode ser resolvida com um CRM organizado. Já ouviu dizer que encontrar um cliente novo pode custar 6 vezes mais do que incentivar um antigo cliente a comprar? Então e mesmo assim não trabalha a sua base de clientes? A primeira ferramenta que eu aconselho os meus clientes a instalar nas suas empresas é um CRM (Customer Relationship Management) . Porque é uma ferramenta de gestão de clientes que permite aos gestores ter todos os clientes informaticamente registados. Com este sistema podem saber exatamente quem são, o que já compraram, que tipo de comportamento têm e quais as interações que já tiveram com as suas empresas. O que podemos…

Muitas pessoas que me procuram pedem-me que de alguma forma tenha uma intervenção motivacional junto das suas equipas. É um facto que, com a conjuntura económica que estamos a atravessar, muitas vezes a questão emocional é difícil de gerar nas empresas, mas para mim também é difícil acreditar que é uma questão de motivação que impede os negócios de crescer e os resultados de serem melhores. Da forma como eu vejo as coisas, os negócios são um jogo intelectual. São um jogo de ideias e um jogo em que os resultados decorrem diretamente das escolhas que nós fazemos e das decisões que nós tomamos. E muito menos da motivação, ou falta dela, que exista nas nossas equipas. Por isso acredito que os negócios não são um jogo motivacional, mas sim um jogo intelectual. E nós sabemos que a motivação e a parte mais racional dos negócios muitas vezes têm correlações…

Há algum tempo, no âmbito do meu trabalho de coach empresarial, fui contactada pelo dono de uma empresa portuguesa. A empresa já faturava alguns milhões de euros. Tinha cerca de 200 colaboradores. Mas há alguns anos que estava estagnada. O mercado apresentava alguns desafios e o empresário sentia que não estava a conseguir dar resposta. Estava exausto. Sentia que vivia para a empresa e que, mesmo assim, o tempo não chegava. Queria crescer mas não estava a conseguir. Neste contexto pediu-me para o ajudar a identificar os problemas e a encontrar uma solução. O problema No processo de identificação dos principais problemas, entrevistei as chefias intermédias e fiz um diagnóstico mais detalhado ouvindo as várias partes. Aquilo que detetei foi que toda a estrutura funcionava como robots. As pessoas, mesmo aquelas que pareciam ser altamente competentes e com conhecimento técnico sobre os processos internos, estavam tão condicionadas pelas decisões do…

Gerir pessoas é uma tarefa muito complicada. Para grande parte dos clientes com quem trabalho, é mesmo considerada uma das mais difíceis. É, no entanto, uma tarefa que todos nós que lidamos com equipas no dia-a-dia temos de ir aprendendo a fazer cada vez melhor. Pessoas são sempre pessoas. Por mais que criemos estereótipos e que as tentemos caracterizar, cada indivíduo é único e diferente do outro. Sabermos ler os outros, perceber como lidar com cada indivíduo é uma arte que está ao alcance de poucos. O poder de nos adaptarmos aos outros é fundamental em qualquer função de liderança. Mas é também importante sabermos impor as nossas regras e garantir que as coisas acontecem da melhor maneira. Tendo como base as opiniões de alguns dos maiores gurus da gestão e da liderança, existe uma grande dicotomia entre o que é gestão e liderança, o que é controlo e inspiração,…

Aprendi com a minha experiência como coach empresarial que um dos aspetos mais desprezados pela maior parte dos empresários no que respeita ao crescimento das empresas é a fase de maturidade em que as mesmas se encontram. Embora menosprezado, este é um aspeto absolutamente crítico. A maior parte dos empreendedores não pondera a maturidade da sua empresa no processo de tomada de decisão em relação ao crescimento dessa mesma empresa. É por que é que isto é um erro? Porque aquela que pode ser uma boa decisão numa determinada fase de maturidade do seu negócio pode não ser uma decisão tão boa se o seu negócio tiver numa fase diferente de maturidade. Ao longo do tempo, eu desenvolvi aquilo a que chamei o ciclo de vida de uma empresa. E nesse ciclo de vida, eu despistei 7 fases fundamentais. As primeiras 4 fases são ascendentes: 1.ª A luta inicial: o…

Hoje trago-vos um caso real. No início deste ano iniciei um processo de coaching com uma empresa nacional. Esta empresa tinha planos de grande expansão, mas o gestor, acumulando à data funções de gestão financeira e gestão comercial, estava totalmente perdido no meio de tanta coisa para fazer. Então como procedemos neste caso real? Começámos então por analisar onde o gestor estava a investir a maior parte do seu tempo e onde não estava a conseguir chegar da melhor forma. Percebemos rapidamente que, se o objetivo era realmente crescer, precisava de contratar um diretor financeiro e um diretor comercial para diminuir o número de horas que estava a investir nessas áreas. O objetivo era ganhar tempo e energia para se focar na estratégia de crescimento que tinha delineado. O diretor financeiro entrou no início de março. Logo aí, começámos a conseguir arrumar a casa e dedicar mais atenção às coisas mais…

Como explico no meu livro “Os 12 Desafios do Empreendedor”, o marketing digital é cada vez menos sobre as nossas empresas e cada vez mais sobre os nossos potenciais clientes! Devemos por isso tratar os nossos consumidores de uma forma cada vez mais individualizada. O cliente é cada vez mais exigente e quer saber acima de tudo quais são os seus benefícios. Para além disso, o marketing feito nos meios digitais passa por dar valor gratuito e construir bases de dados. Temos de identificar claramente o nosso público-alvo, construir reputação e posicionarmo-nos como formadores para que, quando esse público estiver pronto para comprar, seja de nós que se lembre. Há quatro ferramentas que eu considero críticas no respeita ao marketing digital: 1 – Site Tem baixos custos, pode e deve ter sempre informação fresca, atualizada, valiosa e relevante para o nosso prospeto ou cliente. Está sempre disponível e pode estar…

Se nós temos o poder de recrutar, treinar, despedir, criar uma cultura… e os resultados não estão a aparecer, então é porque nós, líderes, não estamos a saber fazer o nosso trabalho. Se a nossa equipa está alienada é porque nós também estamos alienados. Nós é que permitimos essa alienação. Ao invés, se nós estivermos envolvidos, as nossas equipas também estarão envolvidas. Olhemos para uma empresa como um icebergue. Um icebergue aumenta ou diminui conforme a temperatura da água e do ar. Se a temperatura descer, o icebergue vai crescer. Mas se por alguma razão a temperatura aumentar, o icebergue vai diminuir. Então, usando este exemplo, o trabalho de um líder é sempre manter a temperatura gelada, não só para manter o icebergue mas para fazê-lo crescer constantemente. Quando o icebergue cresce significa que a cultura da empresa melhora e os comportamentos sobem de qualidade. Consequentemente, os resultados também sobem.…

Nos últimos tempos tenho falado bastante da importância da formação, de querer saber sempre mais sobre o que o pode fazer crescer profissionalmente. É fundamental procurar essa informação, compreendê-la e incorporá-la da maneira que melhor servir o seu propósito. Da minha experiência como coach empresarial, vejo uma de duas coisas ao nível da gestão quando entro numa empresa. Em algumas organizações, não há informação disponível e as decisões são feitas com base na intuição da administração e na sua perceção daquilo que resultou no passado. Noutras, há demasiada informação, dispersa, sem qualquer fio condutor e que acaba também por não ajudar na tomada de decisões. Hoje a informação é simples de encontrar, tanto interna como externamente. Qualquer pesquisa num motor de busca nos retorna milhões de entradas. Cabe-nos a nós selecionar o que é importante e o que é acessório.  Temos de ser capazes de separar aquilo que temos mesmo que ver…