Arquivo de sucesso - Paulo de Vilhena
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Como ser um empreendedor de sucesso, mesmo antes de ter uma empresa? Os grandes casos de sucesso empresarial normalmente não amadurecem com o tempo. Começam logo dessa forma. Porque as pessoas que os fundam têm geralmente uma perspetiva empreendedora completamente diferente da tradicional sobre os negócios e de como estes devem funcionar. É essa sua perspectiva que faz a diferença nos seus resultados. Estes empresários usualmente têm uma visão clara de como deve funcionar a sua empresa quando estiver “pronta”. Sabem também como atuará a empresa na altura em que a dimensão prevista for atingida, e têm consciência de que, se não agirem dessa forma desde o primeiro dia, nunca irão lá chegar. O presente é moldado de acordo com a visão do futuro. Isto revela uma compreensão clara do que é necessário para montar um grande negócio. Não é o produto, o serviço, nem mesmo o trabalho que são…

Os nossos valores e convicções são principais fontes do nosso sucesso. E, como tal, são também os nossos principais fatores limitadores. Simples palavras que dizemos ou escrevemos sobre nós próprios influenciam grandemente o nosso desempenho em qualquer área da nossa vida. Começo por vos contar uma lembrança da minha infância. Quando eu era pequeno a minha história favorita era “Ali Babá e os 40 Ladrões”. Acredito que era porque duas palavras usadas em conjunto abriam a porta de todas as riquezas: “abre-te sésamo!” E, de repente, afastava-se uma rocha e nós entrávamos na caverna onde todas as riquezas estavam disponíveis. Entretanto já na idade adulta, uma das maiores, se não mesmo a maior descoberta que fiz, foi que há de facto duas palavras que, quando usadas em conjunto, abrem as portas para todas as riquezas. Aprendi isto por um lado com psicólogos que se especializaram-se em performance humana. Mas também…

Segundo Jack Welch, um dos mais conceituados gestores da História, ao nível de performance, os colaboradores de qualquer empresa distribuem-se ao longo daquilo a que chamamos curva normal em Estatística. Numa das pontas desta curva estão os colaboradores de pior performance. Depois, no centro, temos a maior parte das pessoas com um desempenho médio e, no lado oposto aos primeiros, os colaboradores com melhor performance, os profissionais de excelência. O que distingue os seus desempenhos? Na minha opinião, são sempre os detalhes que fazem a diferença. São os hábitos que a maioria das pessoas pensa que não vão fazer a diferença no resultado final, mas em que os colaboradores de excelência investem porque valorizam. E é isso que os destaca de todos os outros. Os melhores profissionais fazem tudo o que os outros fazem, mas prestam atenção a detalhes a que os outros não prestam. E porque é que eles…

Aprendi com Jim Rohn, uma das minhas grandes referências, que existe uma fórmula para o sucesso em tudo na vida. Hoje vou transmitir não só aquilo que aprendi com este grande mestre, mas também os resultados da experiência que tenho tido na vida ao aplicar esta mesma fórmula. Para ser entendida, a fórmula do sucesso tem de ser colocada em perspetiva juntamente com a fórmula do fracasso. A verdade é que não parece possível ganhar se não for possível perder. Então temos de entender o que é que nos faz perder para podermos compreender melhor o que nos pode fazer ganhar. Comecemos pela fórmula do fracasso. Nas palavras de Jim Rohn, é resultado de alguns maus juízos repetidos ao longo do tempo. Ou seja, são aquelas pequenas coisas que nós achamos que não vão fazer a diferença. São pequenos erros de julgamento em relação a algumas práticas que nós achamos…

Eu considero que a maior falácia desta Era da Informação em que vivemos é que conhecimento é poder. Toda a gente já ouviu certamente esta ideia. No entanto, o conhecimento só se transforma em poder no dia em que o pomos em prática. Por isso, para mim, conhecimento não é poder… é potencial. Nós só aprendemos de facto qualquer coisa quando o nosso comportamento muda em função desse conhecimento. É quando pomos o nosso conhecimento em ação que as coisas começam a mudar realmente para nós. Ao longo da minha vida profissional na área da educação empresarial, já ministrei inúmeros cursos para milhares de profissionais. Muitos deles, se não mesmo a maioria, estão no curso a ouvir uma série de ideias boas, a registá-las num caderno, a pensar que as vão fazer e no final… voltam às suas atividades profissionais e não fazem coisa nenhuma, não aplicam o conhecimento que…

Ao longo do tempo vai-nos sendo repetido e ensinado que é fundamental ter uma vida equilibrada. Mas será que o equilíbrio é mesmo uma coisa boa? Carreira, família, dinheiro, saúde, diversão, descanso, ambição, desejo, temperança… Dizem-nos constantemente que quando encontramos o equilíbrio entre estas áreas, encontramos consequentemente uma posição boa na vida. E nós vamos assumindo esta ideia como verdadeira. No entanto, quando olhamos para as pessoas que atingem feitos incríveis em determinadas áreas, entendemos com alguma facilidade que a maioria dessas pessoas chegou a esse nível de excelência exatamente por ter uma vida desequilibrada. Então, será que o equilíbrio é de facto o mais positivo, uma verdade inquestionável e inabalável? Por exemplo, um atleta de alta competição tende a desequilibrar a sua vida social. Porque concentra todo o seu esforço, atenção e energia no alcance de um determinado resultado. São vários os milionários que se descuidaram da sua saúde…

Todos podemos fazer coisas extraordinárias com as nossas vidas. A questão é quantos de nós decidimos que queremos mesmo fazê-las. Tudo aquilo de que precisamos para alcançar o sucesso pode ser aprendido. Mas, como tudo na vida, há um preço a pagar pelo sucesso. Todas as pessoas têm uma série de atributos inatos, a que ao longo da vida podem somar inúmeras outras qualidades. A atitude, fruto das nossas expetativas, é o fator que diferencia os nossos desempenhos individuais. Ora, aquilo que esperamos de nós próprios tem, por sua vez, origem em determinadas convicções – um conjunto de informação, baseada na nossa experiência e na maneira como a avaliamos, que está gravada no nosso subconsciente, coordenando o nosso comportamento habitual. Ou seja, o que fazemos diariamente resulta principalmente do hábito que é reflexo da imagem que temos de nós próprios. E o que podemos concluir com isto? Da mesma forma que…

Acredito profundamente que o tempo e, por consequência, a sua gestão, é o único fator critico de sucesso. Porquê? A razão é muito simples. A forma como nós decidimos usar as 24 horas que temos disponíveis, as escolhas que nós fazemos sobre como usar cada minuto, cada hora, cada manhã, cada tarde, cada noite… Às vezes, as pessoas pensam que produtividade é só referente ao que fazemos no horário de trabalho… mas vai além disso. O tempo está sempre a correr, e cada minuto que passou já não pode ser recuperado. Portanto, há um sentido de urgência que é fundamental para que possamos fazer mais. Se o tempo é o único fator crítico de sucesso, as escolhas que eu faço em como usar esse tempo são o cerne da questão. Todo o tempo que temos à disposição e que se está a esgotar… como que uma ampulheta que não para de…

Há uns tempos, jantei com uns antigos colegas de MBA e tivemos uma conversa bastante interessante. Alguns de nós montámos as nossas próprias empresas e aproveitámos para discutir o impacto que isso tinha tido nas nossas vidas (de construir um negócio). Quase todos os meus colegas, que tomaram esta opção, testemunhavam que estavam a ganhar menos do que quando trabalhavam por conta de outrem e que tal facto teria como consequência um decréscimo da qualidade de vida familiar. Isto porque, além disso, não trabalhavam menos que antes. Foi uma reflexão muito interessante! Como é que uma série de gente brilhante, com vários anos de experiência e qualificações académicas deste nível, vive o mesmo problema que é vivido pela maior parte dos empresários? O seu negócio não lhes permite melhorar o seu nível de vida! Se é esta a experiência da maioria dos empresários… E se a isto acresce que em…

Tom Watson, fundador da IBM, chegou a afirmar que um dos motivos para o sucesso da empresa se devia ao facto de saberem com exatidão, e desde o início, como queriam que a empresa fosse quando estivesse numa fase madura. De acordo com a sua opinião, esse aspeto foi determinante, pois levou a que chegassem a um real ponto de clareza. Compreenderam, de facto, que se não se comportassem dessa forma, desde o princípio, nunca iam lá chegar. A missão da empresa torna-se então a forma como pretendemos atingir a nossa visão. A forma como queremos ficar conhecidos. É esta missão que lhe vai permitir construir a sua reputação. A forma como se distingue das outras empresas e a razão pela qual as pessoas vão querer fazer negócios consigo. Na medida do possível, a missão deve conciliar os aspetos estratégicos, que focalizam a energia de todos os colaboradores para o…