Arquivo de tempo - Paulo de Vilhena
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A esmagadora maioria das vezes em que um colaborador me pediu um aumento eu não dei. E de todas as vezes em que o fiz, arrependi-me… todas! Por outro lado, todos os aumentos que dei voluntariamente acho que foram bem dados. E porque é que é assim? É simples… Porque tem de haver uma justificação para qualquer aumento que vá além do tempo que a pessoa trabalha na empresa. Ou seja, uma pessoa entra numa empresa a receber um determinado valor. Um ano depois quer passsar a receber mais 10%. E porquê? É importante perceber o que ela sabe fazer agora que não sabia fazer há um ano. Que livros que leu? Que cursos frequentou? Em alguma coisa as suas competências têm de ter crescido para justificar um aumento. Porque se é a mesma pessoa que há um ano, então não há por que a sua remuneração crescer. Mas se, ao…

Alguns estudos feitos em empresas dizem-nos que cerca de metade do nosso tempo de trabalho é gasto a socializar e a tratar de assuntos pessoais. A isto juntam-se vários atrasos e intervalos que fazemos. Portanto, perdemos uma parte significativa do nosso tempo com “distrações” que nos tiram o foco dos nossos objetivos e nos afastam de os alcançarmos. Então, é essencial tornar a nossa execução mais produtiva e efetiva. Isto é tão ou mais verdade para os comerciais. Uma vez que vivem tendencialmente dos seus resultados, a maneira como os vendedores aproveitam o seu tempo torna-se decisiva para a qualidade dos seus desempenhos. Por isso, vou dar-lhe alguns conselhos para que se mantenha focado e garanta uma execução produtiva: 1 – Prepare cada tarefa antes de iniciar a sua realização 2 – Liberte o seu espaço de trabalho antes de começar qualquer tarefa Trabalhe com a sua secretária limpa e…

Quer na minha atividade de acompanhar o crescimento de empresas, quer nos cursos que dou, um dos temas sobre os quais mais vezes me questionam tem que ver com os desafios relacionados com a gestão do tempo. Ora, para mim, existem duas decisões que substituem qualquer curso que possa fazer sobre esta temática. Então vou partilhar consigo as duas principais decisões que cada um de nós deve tomar para ser mais produtivo. E são apenas e só duas decisões. 1.ª Decisão – Decidir o que fazer e o que não fazer! A lista das coisas que temos de fazer não é mais importante do que a lista das coisas que não podemos fazer. Porque as nossas 24 horas estão ocupadas, seja a fazer coisas produtivas, seja a fazer coisas que não são produtivas. Então, mesmo quando nos limitamos a procrastinar, estamos a ocupar o nosso tempo! E é importante que…

Para qualquer que seja a nossa atividade profissional, devemos reconhecer o nosso alvo de produtividade. No centro deste alvo encontram-se as tarefas mais produtivas e o tempo mais bem pago. Contrariamente, conforme nos vamos afastando do centro, vamos encontrando as tarefas menos produtivas e que menos desmultiplicam o resultado do nosso esforço. Já pensou no seu alvo de produtividade? Sabe que tarefas lhe trazem mais resultados e dinheiro? E aquelas em que não deve investir a maioria do seu tempo? Pensemos então em qual será o alvo de produtividade de um consultor imobiliário. O centro do alvo O centro do alvo é sempre trabalho intelectual. É o tempo de pensar. Quando os consultores imobiliários estão a medir a sua atividade, estão claramente no centro do alvo. E este é o tempo mais bem pago. Definir objetivos, fazer planos para os atingir, fazer o melhor juízo sobre as tarefas que devem ser…

Há um ciclo de maturidade que temos de respeitar, tanto na natureza, como nas nossas empresas. Não podemos semear hoje e amanhã estar a tirar dividendos. Por isso, é importantíssimo perceber a diferença entre tempo vertical e tempo horizontal. Um dos maiores erros que se comete na gestão da maior parte das PME consiste em querer colher de imediato. Por vezes, a empresa ainda não gerou uma venda, ainda não tem um tostão de lucro, e os empresários já estão a “colher”, comprometendo as vendas, o lucro e o fluxo de caixa futuro. Tais empresários estão a gastar por conta daquilo que acreditam que um dia irão lucrar. Devemos então ter a noção dos ciclos de amadurecimento e de crescimento, para colher na altura da colheita e não antes. Perceba do que falo no vídeo abaixo. Então, o tempo horizontal é o tempo das práticas simples, que repetimos diariamente de forma…

Só dominando e aplicando a fórmula da capitalização é possível criar riqueza. Mas, a menos que se ganhe uma herança, ninguém se torna milionário de um dia para o outro. Porque o tempo é o fator determinante neste processo. A fórmula da capitalização refere-se à rentabilidade sobre a rentabilidade ou ao juro sobre o juro, o juro composto. Apesar de o efeito da capitalização ser relativamente lento no início,  a base vai-se expandindo e vai acelerando com o tempo. Na prática… Se investirmos 1 euro a 10%, ao fim de um ano teremos 1,1 euros. No ano a seguir, os mesmos 10% já não irão incidir somente sobre o 1 euro, mas sobre 1,1 euros. Então, no segundo ano, teremos uma rentabilidade maior à que tínhamos no primeiro ano. E no terceiro a rentabilidade também será superior à do ano anterior – e assim sucessivamente. Ou seja, ao longo do tempo,…

Acredito profundamente que o tempo e, por consequência, a sua gestão, é o único fator critico de sucesso. Porquê? A razão é muito simples.  A forma como nós decidimos usar as 24 horas que temos disponíveis, as escolhas que nós fazemos sobre como usar cada minuto, cada hora, cada manhã, cada tarde, cada noite… Às vezes, as pessoas pensam que produtividade é só referente ao que fazemos no horário de trabalho… mas vai além disso. O tempo está sempre a correr, e cada minuto que passou já não pode ser recuperado. Portanto, há um sentido de urgência que é fundamental para que possamos fazer mais. Se o tempo é o único fator crítico de sucesso, as escolhas que eu faço em como usar esse tempo são o cerne da questão. Todo o tempo que temos à disposição e que se está a esgotar… como que uma ampulheta que não para de…

Era um comercial stressado, mas a sua vida mudou radicalmente desde a sua primeira venda! A sua agenda foi o que mais mudou nos primeiros tempos, ficando muito preenchida. Horas definidas para as suas chamadas telefónicas, muitas reuniões agendadas e muito tempo para pesquisa das empresas dos seus potenciais clientes… Algo interessante começou também a suceder interiormente: ele já não era o mesmo. ♦ Quantas mais chamadas telefónicas fazia, mais confiante se sentia; ♦ Quanto mais treinava a sua apresentação de reunião de vendas, mais seguro ficava; ♦ Quanto mais aperfeiçoava o seu dossier de vendas, mais motivado estava. Foram muitas horas a organizar, a estudar, a praticar e a polir tudo o que necessitava para ser um bom vendedor. Sentia-se muitas vezes como se estivesse a construir uma casa. Todos estes elementos em que trabalhou durante semanas a fio eram os alicerces da mesma. O monstro da gestão do tempo Já não…

Um dos aspetos mais sensíveis no processo de vendas é o tempo de decisão do cliente. Para nós, comerciais, quanto mais rápido for o processo, maior a probabilidade de nos ser favorável. Há processos que, no entanto, não têm condições para ter o nível de rapidez que pretendemos. E isso acontece por vários motivos! Pelas próprias características do processo e/ou da solução que comercializamos e apresentamos, por questões legais e até mesmo pelas características do prospeto. No que respeita ao tempo de decisão do cliente é possível identificar três tipos de vendas: rápida; médio prazo; demorada. As vendas de decisão rápida são transações em que os montantes envolvidos são tradicionalmente baixos. O nível de risco percebido pelo decisor não é muito elevado e este tende a não atrasar muito a decisão. Outra característica habitual nesta transação é não haver a necessidade de consultar terceiros para aprovação, o que possibilita uma resolução…