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Nos últimos tempos, também devido ao meu trabalho como coach empresarial, tenho sido abordada várias vezes por amigos e conhecidos sobre este tema: o empreendedorismo. Eu tenho a certeza que ser empreendedor é fantástico, e acredito que o empreendedorismo é um dos grandes motores da nossa economia. Por isso, partilho aqui algumas das dicas que dou para que também você tenha sucesso no seu negócio. A verdade é que ser empreendedor e conseguir vingar atualmente com um negócio não é para qualquer perfil. 1º Ter uma visão É preciso saber de uma forma clara para onde é que nós queremos ir. Isso tem de fazer parte do nosso pensamento diário relativamente à empresa. Porque quando estamos a tomar uma decisão, saber se ela boa ou má depende claramente do sítio para onde queremos ir. Só sabendo para onde queremos ir, conseguimos avaliar se o A é melhor do que o…

Há cerca de 50 anos, no tempo dos nossos avós, dos nossos pais talvez, nós abríamos um pequeno negócio e, se fosse bem gerido, ele durava uma vida inteira. Mas hoje em dia não é tão fácil manter um negócio lucrativo por tanto tempo. É preciso não parar de crescer. Naquela altura, não havia uma pressão da concorrência que nos obrigasse a estar atualizados e a crescer constantemente. Um comerciante montava uma mercearia, tomava conta do bairro e já ninguém punha lá outra. E aquilo dava para a vida toda. Provavelmente ficava para os filhos e para os netos. Até meados dos anos 80 foi mais ou menos assim. Com a globalização as regras mudaram. Começou a entrar capital estrangeiro por todo o lado, criou-se uma pressão brutal em termos de concorrência, a internet e a TV por cabo generalizaram-se… Então, as regras do jogo alteraram-se completamente. Atualmente se eu…

Saber lidar com as pessoas é uma das áreas em que mais se evidencia o lado suave da liderança. Ou seja, a capacidade de nos tornarmos atrativos e de fazermos com que as pessoas tenham vontade de nos seguir voluntariamente. Para qualquer profissional, de qualquer área, liderar e lidar com pessoas acarreta uma série de desafios: 1- Pensar estratégica e taticamente ao mesmo tempo Ser um líder inspirador, visionário, empreendedor e, ao mesmo tempo, focar as pessoas no que elas têm de fazer no momento: nos KPI, nos resultados, nas vendas, nas operações, etc. 2- Tornar-se o tipo de pessoas que os outros querem seguir Não podemos exigir que as pessoas nos sigam. Mas podemos trabalhar em nós, para que nos tornemos a melhor pessoa que pudermos ser e que os outros escolhem seguir. 4- Estar um passo à frente da mediocridade Ninguém segue alguém que está preocupado só com…

Aprendi com a minha experiência como coach empresarial que um dos aspetos mais desprezados pela maior parte dos empresários no que respeita ao crescimento das empresas é a fase de maturidade em que as mesmas se encontram. Embora menosprezado, este é um aspeto absolutamente crítico. A maior parte dos empreendedores não pondera a maturidade da sua empresa no processo de tomada de decisão em relação ao crescimento dessa mesma empresa. É por que é que isto é um erro? Porque aquela que pode ser uma boa decisão numa determinada fase de maturidade do seu negócio pode não ser uma decisão tão boa se o seu negócio tiver numa fase diferente de maturidade. Ao longo do tempo, eu desenvolvi aquilo a que chamei o ciclo de vida de uma empresa. E nesse ciclo de vida, eu despistei 7 fases fundamentais. As primeiras 4 fases são ascendentes: 1.ª A luta inicial: o…

Nos últimos anos, dei comigo de forma mais ou menos repetida a lidar com um determinado desafio no que respeitava à minha relação com os meus filhos. Foi nesse contexto que me consciencializei de que, em casa tal como na empresas, seguia um modelo de líder-seguidor, bastante diferente do modelo ideal de líder-líder. Eu acho que um dos grandes desafios da liderança, senão mesmo o maior, é o desafio da paternidade. As crianças dão-nos algumas lições sobre o processo de sermos obrigados a envolvê-las no sentido de fazerem um determinado caminho. Da mesma forma, obrigam-nos a aprender sobre questões de disciplina, responsabilidade, etc. Eu percebi que, como crianças que eram, os meus filhos tendiam a não fazer naturalmente algumas tarefas. Tarefas domésticas, por exemplo, como fazer a cama ou ajudar a lavar a loiça do jantar. E apercebi me de que eles não faziam isso também porque, de alguma forma,…

Na minha perspetiva, a liderança está intimamente ligada ao desenvolvimento pessoal. Isto porque a liderança não deixa de ser a escolha voluntária, consciente ou inconsciente,  que um grupo de outra pessoas fazem quando nos seguem. A liderança não é uma decisão do líder e sim do seguidor. Ele  escolhe seguir outra pessoa. E quem é que são as pessoas que tendemos a seguir? Pessoas que têm padrões mais elevados do que os nossos, que acreditamos que nos leva onde não conseguiríamos chegar sozinhos, pelo menos nessa determinada fase da nossa vida. O processo de nos tornarmos líderes é, acredito eu, tornarmo-nos alguém atrativos e que os outros escolhem seguir porque, de alguma maneira, têm padrões mais elevados. Então, isto passa por entendermos melhor o que se passa à nossa volta e a forma como respondemos aos desafios que a vida nos vai trazendo. Isto leva-nos a uma outra reflexão. A…

Quando os empresários procuram os nossos serviços de Business and Executive Coaching… Começam sempre por manifestar a vontade de melhorar os resultados da sua empresa. O que terá que passar, na ótica do empresário, pelo aumento das vendas. O nosso trabalho, no entanto, não começa com um aumento cego das vendas pois, da nossa experiência e conhecimento, sabemos que nem todos os desafios se combatem com o aumento das vendas. Até há empresas que podem morrer por apostarem demasiado no crescimento das vendas. A título de exemplo, deixo-vos 2 situações reais com que trabalhámos no passado em business & executive coaching. E com que tivemos de ser muito cautelosos antes de passar para a fase de crescimento de vendas: Uma empresa cujas infraestruturas físicas e de mão de obra estão a chegar ao seu limite produtivo. Neste caso, se o volume de vendas continuar a aumentar, sem o respetivo crescimento…

Se temos o que precisamos para sermos bem-sucedidos, porque é que a maior parte de nós fica como está? A resposta é: por MEDO. Os medos não situacionais, que geralmente se prendem com a nossa integridade física são de dois tipos: o medo de não ser capaz e o medo de ser rejeitado. Estes resultam numa série de outros medos que, normalmente, nos afastam dos nossos sonhos e de os atingir. Afastam-nos ao bloquearem a nossa capacidade de tomar decisões e, sem esta, não conseguimos agir. A verdade é que o medo é, essencialmente, uma questão emocional, que resulta de uma questão educacional. O medo não é mais do que o reviver de dolorosas memórias passadas, que podem ter sido vividas por nós ou aprendidas a partir de experiências de outras pessoas. E assim sendo, é possível reeducar-nos a ultrapassá-lo. Encará-lo como um facto da vida, mas não deixando…