Arquivo de desafios - Paulo de Vilhena
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Aprendi com a minha experiência como coach empresarial que um dos aspetos mais desprezados pela maior parte dos empresários no que respeita ao crescimento das empresas é a fase de maturidade em que as mesmas se encontram. Embora menosprezado, este é um aspeto absolutamente crítico. A maior parte dos empreendedores não pondera a maturidade da sua empresa no processo de tomada de decisão em relação ao crescimento dessa mesma empresa. É por que é que isto é um erro? Porque aquela que pode ser uma boa decisão numa determinada fase de maturidade do seu negócio pode não ser uma decisão tão boa se o seu negócio tiver numa fase diferente de maturidade. Ao longo do tempo, eu desenvolvi aquilo a que chamei o ciclo de vida de uma empresa. E nesse ciclo de vida, eu despistei 7 fases fundamentais. As primeiras 4 fases são ascendentes: 1.ª A luta inicial: o…

Nos últimos anos, dei comigo de forma mais ou menos repetida a lidar com um determinado desafio no que respeitava à minha relação com os meus filhos. Foi nesse contexto que me consciencializei de que, em casa tal como na empresas, seguia um modelo de líder-seguidor, bastante diferente do modelo ideal de líder-líder. Eu acho que um dos grandes desafios da liderança, senão mesmo o maior, é o desafio da paternidade. As crianças dão-nos algumas lições sobre o processo de sermos obrigados a envolvê-las no sentido de fazerem um determinado caminho. Da mesma forma, obrigam-nos a aprender sobre questões de disciplina, responsabilidade, etc. Eu percebi que, como crianças que eram, os meus filhos tendiam a não fazer naturalmente algumas tarefas. Tarefas domésticas, por exemplo, como fazer a cama ou ajudar a lavar a loiça do jantar. E apercebi me de que eles não faziam isso também porque, de alguma forma,…

Na minha perspetiva, a liderança está intimamente ligada ao desenvolvimento pessoal. Isto porque a liderança não deixa de ser a escolha voluntária, consciente ou inconsciente,  que um grupo de outra pessoas fazem quando nos seguem. A liderança não é uma decisão do líder e sim do seguidor. Ele  escolhe seguir outra pessoa. E quem é que são as pessoas que tendemos a seguir? Pessoas que têm padrões mais elevados do que os nossos, que acreditamos que nos leva onde não conseguiríamos chegar sozinhos, pelo menos nessa determinada fase da nossa vida. O processo de nos tornarmos líderes é, acredito eu, tornarmo-nos alguém atrativos e que os outros escolhem seguir porque, de alguma maneira, têm padrões mais elevados. Então, isto passa por entendermos melhor o que se passa à nossa volta e a forma como respondemos aos desafios que a vida nos vai trazendo. Isto leva-nos a uma outra reflexão. A…

Quando os empresários procuram os nossos serviços de Business and Executive Coaching… Começam sempre por manifestar a vontade de melhorar os resultados da sua empresa. O que terá que passar, na ótica do empresário, pelo aumento das vendas. O nosso trabalho, no entanto, não começa com um aumento cego das vendas pois, da nossa experiência e conhecimento, sabemos que nem todos os desafios se combatem com o aumento das vendas. Até há empresas que podem morrer por apostarem demasiado no crescimento das vendas. A título de exemplo, deixo-vos 2 situações reais com que trabalhámos no passado em business & executive coaching. E com que tivemos de ser muito cautelosos antes de passar para a fase de crescimento de vendas: Uma empresa cujas infraestruturas físicas e de mão de obra estão a chegar ao seu limite produtivo. Neste caso, se o volume de vendas continuar a aumentar, sem o respetivo crescimento…

Se temos o que precisamos para sermos bem-sucedidos, porque é que a maior parte de nós fica como está? A resposta é: por MEDO. Os medos não situacionais que geralmente se prendem com a nossa integridade física são de dois tipos: o medo de não ser capaz e o medo de ser rejeitado. Estes resultam numa série de outros medos que, normalmente, nos afastam dos nossos sonhos e de os atingir. Afastam-nos ao bloquearem a nossa capacidade de tomar decisões e, sem esta, não conseguimos agir. A verdade é que o medo é, essencialmente, uma questão emocional, que resulta de uma questão educacional. O medo não é mais do que o reviver de dolorosas memórias passadas, que podem ter sido vividas por nós ou aprendidas a partir das experiências de outras pessoas. E assim sendo, é possível reeducar-nos a ultrapassá-lo. Encará-lo como um facto da vida, mas não deixando…