Arquivo de crescimento - Paulo de Vilhena
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Um dos aspetos que distinguem as pessoas de sucesso é a forma como olham para os erros. Estas pessoas encaram-nos como aprendizagens e isso dá-lhes força para continuarem o caminho. Porque percebem que por cada erro estão mais perto de encontrar a solução. Já as pessoas que não são tão bem-sucedidas consideram cada erro um fracasso. Desmoralizam e convencem-se de que não são capazes e desistem. E você, como olha para o erro? Uma das coisas mais importantes, que eu interiorizei nos últimos anos, foi que não consigo controlar tudo o que me acontece, mas consigo controlar as minhas reações àquilo que me acontece. Consigo controlar como reajo, o que penso e o que faço sobre o que me acontece. Pensar assim deu-me total propriedade da minha vida. Permitiu-me assumir as minhas escolhas e perceber as consequências dos meus atos (para o bem e para o mal). Ganhei a liberdade…

A inveja é considerada um dos sete pecados mortais. Mas será que o é obrigatoriamente? Ainda ontem, em conversa com a minha mãe, falávamos sobre o verdadeiro significado da inveja e como ela pode ou não ser realmente considerada um pecado mortal. Quando eu digo que gostava de ser como aquela pessoa, ou que gostava de ter aquilo que aquela pessoa tem, não percebo qual a razão para isso ser considerado um pecado. Porque eu não quero tirar nada a ninguém, apenas quero conquistar algo mais para mim. Ser ambicioso e querer ter o que os outros têm não prejudica ninguém. Pelo contrário, até dá valor aos outros pois significa que os admiro por já estarem aonde eu quero chegar ou por terem desenvolvido características que eu também quero para mim. O princípio que está por trás de considerar a inveja um pecado é o princípio da escassez. Este princípio…

Eu considero que a maior falácia desta Era da Informação em que vivemos é que conhecimento é poder. Toda a gente já ouviu certamente esta ideia. No entanto, o conhecimento só se transforma em poder no dia em que o pomos em prática. Por isso, para mim, conhecimento não é poder… é potencial. Nós só aprendemos de facto qualquer coisa quando o nosso comportamento muda em função desse conhecimento. É quando pomos o nosso conhecimento em ação que as coisas começam a mudar realmente para nós. Ao longo da minha vida profissional na área da educação empresarial, já ministrei inúmeros cursos para milhares de profissionais. Muitos deles, se não mesmo a maioria, estão no curso a ouvir uma série de ideias boas, a registá-las num caderno, a pensar que as vão fazer e no final… voltam às suas atividades profissionais e não fazem coisa nenhuma, não aplicam o conhecimento que…

Costumo falar daquilo a que chamo alavancagem como a chave do crescimento empresarial. Hoje explico-lhe como pode, na prática, alavancar e assim fazer crescer o seu negócio. Conheço essencialmente 7 formas de alavancar… Utilizando: 1 – O conhecimento dos outros Serei mais produtivo quanto melhores forem as minhas escolhas e decisões. A melhor forma de aumentar o conhecimento disponível de forma rápida é acedendo ao conhecimento de outras pessoas. Como podemos então fazer isso? Essencialmente através da leitura de livros, aproveitando os tempos mortos em que vamos a conduzir para ouvir CD’s gravados por referências nas áreas que sejam essenciais para nós, frequentando bons cursos, seminários e workshops, etc. 2 –  A energia e o poder de execução dos outros Aqui surgem como principais sugestões a delegação de tarefas e a subcontratação. 3 –  O dinheiro dos outros Se encontrarmos forma de financiar as nossas ideias e projetos com…

O que sente quando alguém lhe diz que “não”? E quando alguém discorda da sua opinião? Está aberto a outros pontos de vista? Normalmente sentimo-nos mal. Sentimos que estamos a ser confrontados, contrariados, incompreendidos. Sentimos que a outra pessoa está a pôr em causa a nossa opinião e que isso não faz qualquer sentido. Sentimos que certamente que não gosta de nós, que só nos quer deitar a abaixo. Ou então que não percebeu o que quisemos dizer. Esta história começa desde que nascemos. Sentirem-se contrariados é um dos grandes motivos de insatisfação das crianças. Alguns pais tentam ainda justificar a razão do “não” mas, na verdade, tudo o que argumentarem depois já não é interpretado, pois as crianças já estão em modo de defesa. Neste modo, já ninguém ouve nada. Em alguns casos desligam todos os sentidos. Noutros ficam apenas a pensar quais as melhores formas de conseguir passar…

Todos nós já ouvimos dizer que o dinheiro não traz felicidade. Eu acredito nesta ideia, mas creio que é muitas vezes mal interpretada. Muitos de nós fomos até educados a atribuir um valor negativo à fortuna, a considerá-lo algo “sujo” que só se consegue à custa dos outros. A verdade é que, se acumular riqueza financeira, vai acabar por, direta ou indiretamente, fazer florescer algum tipo de riqueza à tua volta. Quando criamos riqueza, temos dinheiro que sabemos que vamos cobrar e eventualmente nunca vamos usar. Então, podemos dispensar esse dinheiro e fazer algo por alguém que não nos é nada diretamente. E fazemo-lo apenas porque acreditamos que o devemos fazer. Pessoas, animais, instituições sociais, ambientais ou científicas… Podemos apoiar os mais diversos projetos de caridade, solidariedade, proteção ou desenvolvimento. Todavia, quando construímos fortuna, mesmo que não ofereçamos uma parte, nem façamos nenhum tipo de caridade, estamos a gerar riqueza à nossa…

Há um ciclo de maturidade que temos de respeitar, tanto na natureza, como nas nossas empresas. Não podemos semear hoje e amanhã estar a tirar dividendos. Por isso, é importantíssimo perceber a diferença entre tempo vertical e tempo horizontal. Um dos maiores erros que se comete na gestão da maior parte das PME consiste em querer colher de imediato. Por vezes, a empresa ainda não gerou uma venda, ainda não tem um tostão de lucro, e os empresários já estão a “colher”, comprometendo as vendas, o lucro e o fluxo de caixa futuro. Tais empresários estão a gastar por conta daquilo que acreditam que um dia irão lucrar. Devemos então ter a noção dos ciclos de amadurecimento e de crescimento, para colher na altura da colheita e não antes. Perceba do que falo no vídeo abaixo. Então, o tempo horizontal é o tempo das práticas simples, que repetimos diariamente de forma…

Às vezes nós, comerciais, tendemos a ser pouco profissionais. Há uma tendência natural, até por questões de perfil comportamental. Tendemos a ser pessoas pouco rigorosas e pouco disciplinadas. Mas o que é esperado de nós como profissionais que não estarmos a fazer o nosso trabalho? Imaginem: Um dia estão num avião, sentam-se e o piloto chega depois dos passageiros, abre a porta dele, olha para dentro do cockpit e diz “epá, tantos manómetros, será que eu consigo levar isto só olhando para 4 ou 5?”. Vocês iam querer voar nesse avião? É pouco provável que sim. Porque vocês querem não só que aquela informação toda esteja a ser gerada no cockpit, como que o piloto a saiba ler, com o maior rigor e profissionalismo. Querem que não falhe ali nada correto? Querem saber que ele tem checklists para verificar tudo naquele avião e que os mecânicos não deixaram passar nem…

A resistência à mudança pode travar o crescimento. Na minha experiência em coaching empresarial, interajo diariamente com inúmeros empresários, de várias idades, múltiplas indústrias, com experiências profissionais diversificadas e com comportamentos muito díspares. Neste contexto conheci alguns empresários de muito sucesso que mantém a humildade de querer aprender sempre mais, disponíveis para evoluir constantemente e totalmente abertos a novas experiências. Por outro lado, conheci também um grupo numeroso de empresários que, tendo tido muito sucesso no passado, se encostam a essas experiências ganhadoras para permanecerem na sua zona de conforto, acreditando fortemente que aquilo que lhes trouxe o sucesso no passado, lhes irá certamente manter o sucesso no presente e no futuro. Essa perspectiva não seria tão desastrosa se o mercado não estivesse em constante evolução. Essas mudanças implicam que as soluções encontradas no passado, já não servem o mercado hoje em dia da melhor forma e que, no futuro,…

Uma pequena história… Em 1969, três estudantes, no Colorado, EUA, aproveitavam passeios que davam pelas montanhas para recolher ervas que vendiam a ervanárias locais. Rapidamente aprenderam que podiam colocar as ervas em saquinhos…  E transformá-las em infusões muito agradáveis, que começaram a vender diretamente. A recetividade do mercado foi muito boa. Por isso,  decidiram lançar a empresa Celestial Seasonings, dirigida por um deles, Mo Siegel, que tinha 20 anos na altura. A história foi de um enorme sucesso comercial até que, em 1984, a gigante Kraft Foods fez uma irrecusável proposta pela compra da empresa: 65 milhões de dólares. Em busca de respostas Depois de cerca de 14 anos a fazer crescer o seu negócio, com pouco mais de 30 anos,  e multimilionário, Mo Siegel decidiu que queria compreender a sua missão na vida e procurar um sentido para a mesma. Viajou pelo mundo para conhecer outras culturas e formas…