QUER SER UM COMERCIAL DE EXCELÊNCIA?
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Nos meus cursos, costumo falar de uma linha a que chamo “a linha da vida”. O facto de vivermos acima ou abaixo desta linha determina aquilo que conseguimos alcançar na vida. Este foi um princípio que aprendi com Brad Sugars. Regra geral, tendemos a viver abaixo da linha! Porque, de alguma maneira, somos condicionados a fazê-lo pela nossa família, sociedade e ambiente onde nascemos e crescemos. E quando é que vivemos abaixo da linha? Cada vez que encontramos uma desculpa para aquilo que não aconteceu e devia ter acontecido. Sempre que dizemos que a culpa é da economia, das circunstâncias, da escola onde andámos, do sol, da chuva, do passar das estações do ano… o que quer que seja…. Cada vez que arranjamos um álibi para alguma coisa que não correu da forma como queríamos, criamos condições para nunca sermos bem-sucedidos. Quando dizemos que uma entrega não foi feita porque…

Há muita coisa que acontece que nós simplesmente não controlamos. Muitas coisas são totalmente condicionadas por fatores externos, em que nós não temos qualquer influência. Por exemplo, se está a chover ou a fazer sol, se está calor ou frio, se é verão ou inverno, se o semáforo está verde ou vermelho, se está trânsito ou não, se o meu colega do lado teve um boa noite de sono ou não, etc. Mas há uma coisa que eu consigo sempre controlar e nunca me posso esquecer disso: eu posso controlar a minha reação a estes factos. Se estiver a chover eu posso levar o guarda-chuva. Se for inverno eu posso levar mais um casaco. Posso sair de casa mais cedo para que, mesmo que apanhe trânsito, chegue ao meu destino a horas. No entanto, há pessoas que são eternas vítimas e que se estão constantemente a queixar daquilo que lhes acontece.…

Comemorar as vitórias é um ponto fundamental em qualquer empresa. São momentos muito importantes para todos. Por isso, devem ser reforçados como momentos memoráveis e devem incentivar o esforço no cumprimento dos objetivos. Todas as empresas devem ser geridas por objetivos claros, por um planeamento detalhado das ações para atingir esses objetivos e por uma monitorização constante dos indicadores-chaves desse plano. Essa monitorização é fundamental pois permite manter o ritmo necessário para manter uma execução consistente do plano. Aquilo que nós aconselhamos os nossos clientes a fazerem é transformarem o acompanhamento das métricas num jogo. Um jogo que é jogado ao minuto e em que cada venda é celebrada por todos. É importante que todos sintam que cada pequena conquista é um passo que estamos a dar todos juntos em direção ao objetivo da empresa. Este jogo deve ser jogado por todos. Cada um deve perceber o seu papel no…

Algumas épocas do ano são propícias a certo tipo de reflexões, e o Natal é sem dúvida uma delas. O Natal é tradicionalmente a festa da família e um momento em que aproveitamos para passar tempo com as nossas raízes. Neste dia 25 de dezembro quero partilhar consigo uma reflexão sobre um dos nossos sentimentos mais profundos. É um valor que é um dos pontos de cultura da nossa empresa, e acredito que seja a base das mais profundas realizações humanas e quiçá da felicidade. Falo-lhe da Gratidão. A gratidão é a nossa capacidade de olharmos à volta e nos centrarmos nas coisas boas que temos. De manhã, quando nos levantamos, temos uma série de coisas boas à nossa volta e uma série de coisas menos boas. E temos o poder de escolher em que aspetos da nossa vida nos queremos centrar. Então, eu acredito que se, todos os dias,…

A inveja é considerada um dos sete pecados mortais. Mas será que o é obrigatoriamente? Ainda ontem, em conversa com a minha mãe, falávamos sobre o verdadeiro significado da inveja e como ela pode ou não ser realmente considerada um pecado mortal. Quando eu digo que gostava de ser como aquela pessoa, ou que gostava de ter aquilo que aquela pessoa tem, não percebo qual a razão para isso ser considerado um pecado. Porque eu não quero tirar nada a ninguém, apenas quero conquistar algo mais para mim. Ser ambicioso e querer ter o que os outros têm não prejudica ninguém. Pelo contrário, até dá valor aos outros pois significa que os admiro por já estarem aonde eu quero chegar ou por terem desenvolvido características que eu também quero para mim. O princípio que está por trás de considerar a inveja um pecado é o princípio da escassez. Este princípio…

Eu considero que a maior falácia desta Era da Informação em que vivemos é que conhecimento é poder. Toda a gente já ouviu certamente esta ideia. No entanto, o conhecimento só se transforma em poder no dia em que o pomos em prática. Por isso, para mim, conhecimento não é poder… é potencial. Nós só aprendemos de facto qualquer coisa quando o nosso comportamento muda em função desse conhecimento. É quando pomos o nosso conhecimento em ação que as coisas começam a mudar realmente para nós. Ao longo da minha vida profissional na área da educação empresarial, já ministrei inúmeros cursos para milhares de profissionais. Muitos deles, se não mesmo a maioria, estão no curso a ouvir uma série de ideias boas, a registá-las num caderno, a pensar que as vão fazer e no final… voltam às suas atividades profissionais e não fazem coisa nenhuma, não aplicam o conhecimento que…

A Lei de Pareto é uma das leis principais da estatística e tem reflexo em tudo o que nós fazemos na vida. Esta lei diz que há um equilíbrio de 80/20 para tudo o que fazemos na vida. Então apliquemos esta lei ao mercado imobiliário. Nós vamos ter 20 % dos consultores imobiliários inevitavelmente a fazer 80% das vendas do setor. Isto significa que, da mesma forma, os restantes 80% dividem entre si apenas 20 % das vendas do mercado. Ou seja, são poucos a dividir a maior parte das vendas e muitos a dividir muito pouco. Este princípio é absolutamente crítico. Já pensou de que percentagem quer fazer parte? Nós vivemos numa sociedade extremamente competitiva, em que nos ensinam desde sempre a sermos melhores do que os outros. No entanto, a maior parte de nós faz parte dos 80% por defeito. Então o que nos coloca no 20 %?…

Um dos fatores críticos que determinam os resultados que cada um de nós vai alcançar na vida nas mais diversas áreas é a nossa autoimagem. E quando lideramos um grupo de profissionais é importante que percebamos a influência que a autoimagem de cada um deles vai ter na nossa gestão das performances. Para fazer crescer a performance média de uma equipa é preciso deslocar a média do grupo para o lado dos colaboradores de alta performance. Todavia, o conceito estatístico da convergência para a média revela-nos as pessoas abaixo da média não deixam que as restantes vão mais além. Isto tem uma explicação estatística mas também tem uma razão na psicologia. É que todos nós temos uma autoimagem. Isto é, uma imagem de nós próprios que é criada, a partir do momento em nascemos, essencialmente pelas expetativas que as pessoas que nós vemos como nossos líderes – ou em posições mais significativas…

Quando começamos a pensar em algo novo, ou em algo que está fora da nossa zona de conforto, as pernas tremem, os braços suam e sentimos umas borboletas na barriga… Porque nunca sabemos quando é altura perfeita avançar. Há inúmeras reações que podemos ter: 1) Há quem siga de uma forma aventureira, sem qualquer preparação; 2) Há quem fique completamente bloqueado e não faça mesmo nada; 3) Há quem procure mais informação para tentar perceber os riscos que poderá estar a correr e fique parado a pensar no assunto; 4) Há também quem vá andando devagar, pé ante pé, tentando perceber os novos terrenos, não ficando paralisado, mas também não avançando sem rede. E o meu discurso é para aqueles que não dão um passo, até se considerarem completamente preparados, até encontrarem o momento perfeito, quando tudo estiver estudado e sabido para o resultado sair perfeito… enfim os perfecionistas paralisados.…

O ano está a chegar ao fim, portanto, é altura de perguntar se já concretizaste os objetivos anuais da empresa? Se a resposta é “não” e estás a pensar no que poderás fazer para lá chegar, hoje tenho algumas dicas para aplicares nestes últimos dias do ano. 1.º Percebe o que correu bem Procura as ações que correram melhor este ano nos indicadores de performance de negócio (KPI). Escolhe três dessas ações e volta a calendarizá-las para os próximos dias. Nesta altura, não inventes estratégias novas nem faças experiências. Porque vale mais jogar pelo seguro. Portanto, reforça a todos os colaboradores que os objetivos são inegociáveis e que os resultados estabelecidos têm mesmo de aparecer até ao término do ano.  Aposta em ações que já tenham trazido bons resultados e que já tenhas a certeza de que resultam. 2.º Redobra a energia  Não sei se é mais tempo, mais concentração ou apenas…