Arquivo de conhecimento - Paulo de Vilhena
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Eu considero que a maior falácia desta Era da Informação em que vivemos é que conhecimento é poder. Toda a gente já ouviu certamente esta ideia. No entanto, o conhecimento só se transforma em poder no dia em que o pomos em prática. Por isso, para mim, conhecimento não é poder… é potencial. Nós só aprendemos de facto qualquer coisa quando o nosso comportamento muda em função desse conhecimento. É quando pomos o nosso conhecimento em ação que as coisas começam a mudar realmente para nós. Ao longo da minha vida profissional na área da educação empresarial, já ministrei inúmeros cursos para milhares de profissionais. Muitos deles, se não mesmo a maioria, estão no curso a ouvir uma série de ideias boas, a registá-las num caderno, a pensar que as vão fazer e no final… voltam às suas atividades profissionais e não fazem coisa nenhuma, não aplicam o conhecimento que…

Costumo falar daquilo a que chamo alavancagem como a chave do crescimento empresarial. Hoje explico-lhe como pode, na prática, alavancar e assim fazer crescer o seu negócio. Conheço essencialmente 7 formas de alavancar… Utilizando: 1 – O conhecimento dos outros Serei mais produtivo quanto melhores forem as minhas escolhas e decisões. A melhor forma de aumentar o conhecimento disponível de forma rápida é acedendo ao conhecimento de outras pessoas. Como podemos então fazer isso? Essencialmente através da leitura de livros, aproveitando os tempos mortos em que vamos a conduzir para ouvir CD’s gravados por referências nas áreas que sejam essenciais para nós, frequentando bons cursos, seminários e workshops, etc. 2 –  A energia e o poder de execução dos outros Aqui surgem como principais sugestões a delegação de tarefas e a subcontratação. 3 –  O dinheiro dos outros Se encontrarmos forma de financiar as nossas ideias e projetos com…

Nos últimos tempos tenho falado bastante da importância da formação, de querer saber sempre mais sobre o que o pode fazer crescer profissionalmente. É fundamental procurar essa informação, compreendê-la e incorporá-la da maneira que melhor servir o seu propósito. Da minha experiência como coach empresarial, vejo uma de duas coisas ao nível da gestão quando entro numa empresa. Em algumas organizações, não há informação disponível e as decisões são feitas com base na intuição da administração e na sua perceção daquilo que resultou no passado. Noutras, há demasiada informação, dispersa, sem qualquer fio condutor e que acaba também por não ajudar na tomada de decisões. Hoje a informação é simples de encontrar, tanto interna como externamente. Qualquer pesquisa num motor de busca nos retorna milhões de entradas. Cabe-nos a nós selecionar o que é importante e o que é acessório.  Temos de ser capazes de separar aquilo que temos mesmo que ver…

Nem todos… Aliás, com base na minha experiência de coaching empresarial, acredito que a maioria das pessoas não está disponível para aprender. Nos últimos anos, fruto do meu trabalho junto da empresa Paulo de Vilhena, tenho acompanhado o Paulo em várias formações. E também eu tenho dado algumas para as equipas dos meus clientes de coaching empresarial. Aquilo que tenho visto é que, quando as formações são oferecidas pelos patrões, a maioria das pessoas está totalmente indisponível para aprender. Estão distraídas, aborrecidas, contrariadas, em posições defensivas. Na maioria destas formações, as pessoas assumem uma postura de frete. Agem como alguém que vem ouvir um monte de coisas que já sabe ou que não interessam para nada. Estão durante o tempo da formação preocupados em confirmar aquilo que já fazem e discordar daquilo que não fazem. Mas será que assim aprendemos alguma coisa? Claro que não. O objetivo de uma formação…

Vejo as empresas a pedir motivação… Vejo as pessoas a pensar em trabalhar mais horas e mais duro… E tudo isto como se a única forma de melhorar os nossos resultados fosse fazendo mais. Só trabalho duro vai deixar-nos cansados, mas trabalho inteligente pode deixar-nos ricos! E a maior parte das pessoas que eu conheço estão cansadas em vez de ricas… E é por isso que, por vezes, me parece que subavaliamos o conhecimento, tanto pelo menos como sobreavaliamos a motivação. Imagine que tenho um colaborador que é um idiota e resolvo motivá-lo… É verdade, fico com um idiota motivado: parece perigoso não? Temos de ajudar as pessoas a encontrar o caminho certo e só depois podemos motivá-las. E ajudar as pessoas a encontrar o caminho certo é dar-lhes conhecimento, para que elas encontrem esse caminho. Imagine que está num local desconhecido e tem de se deslocar para outro sítio.…