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Eis que mais um ano se encerrou. Para muitos foi um ano de desafios mas abençoado com resultados positivos. Muitas empresas já sabem que tiveram lucros! Fantástico não é mesmo? Nem sempre… “Como assim? Não é para isso que as empresas existem? Para ter lucros?” Por mais surreal que possa parecer, nem sempre este é um motivo de comemoração. Neste início de ano já tive a oportunidade de conversar com alguns empresários que manifestaram preocupação com o resultado: Vem aí as guias de impostos. O problema não é o fato de haver impostos a pagar sobre os lucros, o problema é que o dinheiro do mencionado lucro não está na conta da empresa. Um dos maiores desafios da gestão de uma Pequena e Média Empresa (PME) é justamente a gestão financeira. A maioria dos empresários ainda gere a empresa tendo como sua principal referência o extrato bancário e abdicam da…

Transformar lucro em fluxo de caixa é uma dificuldade transversal a várias empresas não só em Portugal mas no mundo. Por vezes, os próprios empresários têm alguma dificuldade em distinguir estes dois indicadores. Mas é crítico percebermos que o lucro é uma figura teórica, que é a diferença entre aquilo que faturamos e os custos que nos são faturados a nós. Portanto, nem sempre (e isso acontece muitas vezes), representa aquilo que é a realidade da tesouraria da nossa empresa. E por isso muitas empresas deparam-se com o desafio a que eu costumo chamar buraco da tesouraria. E o que é isso? Imaginemos que uma empresa compra mercadoria ou matéria-prima para transformar e que em média paga essa mercadoria ou matéria-prima a 30 dias. Depois, essa mercadoria fica armazenada, ou seja, fica em inventário em média 60 dias. E que após ser vendida a empresa leva em média mais 60…

A nossa conta bancária não é, de todo, um indicador fiável da qualidade da nossa atividade profissional, nem do poder que nós temos de estar a fazer dinheiro no futuro. Nós temos de analisar constantemente três indicadores principais para controlar a saúde da nossa atividade. Conta de exploração É fundamental que distingamos a nossa vida pessoal da nossa atividade profissional, nomeadamente nas contas bancárias. E que controlemos de forma rigorosa a nossa conta de exploração. Esta conta deve listar os nossos custos, proveitos e a diferença entre os dois. Ou seja, o nosso lucro. Dentro dos custos (totais) devemos considerar os custos fixos – aqueles que têm independentemente de venderem ou não – e os custos variáveis – aqueles que têm quando fazem uma venda. Já os proveitos dizem respeito às comissões que cobramos por intermediar transações imobiliárias. Ora, se desenharmos duas retas, a partir de um determinado ponto é…