Arquivo de competências - Paulo de Vilhena
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Neste artigo vou falar das competências dos empresários e por falar neste tema devo dizer que… Não existem empresários natos! Ninguém nasce com as capacidades necessárias à atividade empresarial. Estas capacidades precisam de ser desenvolvidas. Não é por acaso que apenas 4% das empresas sobrevivem mais de 10 anos e que menos de 1% atingem o milhão de faturação anual. O sucesso empresarial depende diretamente do desenvolvimento de determinadas competências  e do entendimento profundo da dinâmica económica da atividade. Os grandes empresários estudam, treinam, refletem, medem, afinam e fazem tudo de novo outra vez: são verdadeiramente comprometidos e empenhados com os resultados do jogo. Mais que tudo isso, entendem que esse jogo se ganha por medidas de lucro e fluxo de caixa e não por dimensão, ego e alimentação pontual de um determinado estilo de vida. Como nunca me canso de repetir o sucesso de uma empresa não se mede…

A maior parte das pessoas, quando pensa num grande líder, pensa num visionário, em alguém que tem uma ideia totalmente disruptiva face ao passado e que é capaz, através das suas capacidades de persuasão, de levar todos atrás das suas ideias e assim revolucionar o mundo. Mas será que tem de ser assim? Será que esta é a melhor forma de liderar uma empresa? Provavelmente, se me perguntassem isto há 10 anos eu diria que sim. Não só acreditava nisto, como queria muito ser uma pessoa dessas, que tinha ideias fora da caixa e que levava os outros a acreditar nas minhas ideias malucas de forma incondicional. Mas hoje já não acredito nestas atuações como sendo as melhores do ponto de vista empresarial. Hoje acredito que é na diversidade de opiniões que nós crescemos e aprendemos. É juntando a força de todos os colaboradores que as empresas crescem e evoluem.…

Muitas vezes, vejo profissionais desistirem de uma prática porque lhes dá muito trabalho ou porque necessitam de muita disciplina para o fazer. E isto acontece mesmo com práticas que lhes podem trazer melhores resultados a médio e longo prazo. Mas pensemos: se levámos toda a nossa vida a cristalizar determinados comportamentos, é normal que não os consigamos mudar de um dia para o outro. Não podemos esperar que a simples criação de consciência sobre eles seja suficiente para mudar. Lembre-se de quando aprendeu a conduzir. Também não foi imediato, certo? E como é agora? Todos nós estamos fora da nossa zona de conforto até chegarmos a uma fase em que passamos a dominar totalmente uma determinada prática. Nós temos quatro níveis básicos de consciência no que se refere ao nosso crescimento pessoal e aprendizagem: 1.º Nível – Inconsciente incompetência Quando era criança e via os adultos a conduzir automóveis, provavelmente…

A semana passada, em conversa com um cliente de coaching empresarial, ele dizia-me que os vendedores demoravam muito tempo a fazer os orçamentos porque tinham de os fazer e refazer várias vezes até ficarem nas condições perfeitas para serem enviados para o cliente. Enquanto ouvia esta explicação, lembrei-me de um administrador que tive há muitos anos. Devido ao elevado volume de trabalho que existia naquela empresa, trabalhávamos durante muitas horas e por vezes até aos fins de semana. Quando eu me queixava de que trabalhava muitas horas, o administrador dizia-me sempre: “Sabe porque é que trabalha tantas horas? Porque não faz o trabalho perfeito à primeira. Se fizesse tudo bem à primeira, provavelmente, poderia trabalhar menos do que as 40 horas semanais.” Ele dizia aquilo meio a sério, meio a brincar, mas a verdade é que ele tinha razão. Era duro para mim ouvir que eu trabalhava horas a fio…

Esta semana, em conversa com um cliente, ele dizia-me que talvez não tivesse nascido para ser empresário porque tinha muitos medos e receios. A minha resposta foi simples: “Todos temos medos, todos temos receio e é por isso mesmo que sobrevivemos. Pois se não tivéssemos medo morríamos rapidamente. Temos que ser cautelosos e dar ouvidos às nossas preocupações ao mesmo tempo que somos corajosos e não deixamos que os nossos medos nos paralisem.” Sim, porque ter coragem não significa não ter medo. Ter coragem significa conseguir lidar com os nossos medos e não deixar que eles nos impeçam de lutar pelos nossos sonhos. Os empresários de sucesso são corajosos. Porque sentem que a coragem é fundamental para atingirem os seus objetivos e sabem que sem ela ficarão aquém daquilo que querem para a sua vida. Ter coragem não implica fazer coisas loucas, nem correr riscos mal calculados. Significa estar sempre…

Nos últimos anos, dei comigo de forma mais ou menos repetida a lidar com um determinado desafio no que respeitava à minha relação com os meus filhos. Foi nesse contexto que me consciencializei de que, em casa tal como na empresas, seguia um modelo de líder-seguidor, bastante diferente do modelo ideal de líder-líder. Eu acho que um dos grandes desafios da liderança, senão mesmo o maior, é o desafio da paternidade. As crianças dão-nos algumas lições sobre o processo de sermos obrigados a envolvê-las no sentido de fazerem um determinado caminho. Da mesma forma, obrigam-nos a aprender sobre questões de disciplina, responsabilidade, etc. Eu percebi que, como crianças que eram, os meus filhos tendiam a não fazer naturalmente algumas tarefas. Tarefas domésticas, por exemplo, como fazer a cama ou ajudar a lavar a loiça do jantar. E apercebi me de que eles não faziam isso também porque, de alguma forma,…