Arquivo de competências - Paulo de Vilhena
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Esta semana, em conversa com um cliente, ele dizia-me que talvez não tivesse nascido para ser empresário porque tinha muitos medos e receios. A minha resposta foi simples: “Todos temos medos, todos temos receio e é por isso mesmo que sobrevivemos. Pois se não tivéssemos medo morríamos rapidamente. Temos que ser cautelosos e dar ouvidos às nossas preocupações ao mesmo tempo que somos corajosos e não deixamos que os nossos medos nos paralisem.” Sim, porque ter coragem não significa não ter medo. Ter coragem significa conseguir lidar com os nossos medos e não deixar que eles nos impeçam de lutar pelos nossos sonhos. Os empresários de sucesso são corajosos. Porque sentem que a coragem é fundamental para atingirem os seus objetivos e sabem que sem ela ficarão aquém daquilo que querem para a sua vida. Ter coragem não implica fazer coisas loucas, nem correr riscos mal calculados. Significa estar sempre…

A definição de investimento passa pela evidência matemática do retorno sobre o ativo comprado. E garantir esse retorno a priori é fundamental para não corrermos o risco de perder das nossas poupanças num investimento mal ponderado. Então é absolutamente crítico que invista as suas poupanças de forma adequada. Para tal existem alguns princípios que deve considerar antes de investir. 1. Analise o comportamento do ativo face à inflação Quando falamos de investimento, falamos no objetivo de aumentar o poder de compra. Por isso, todas as nossas decisões devem ser tomadas com o objetivo de construir património líquido a longo prazo. Com o fenómeno da inflação, o nosso património terá uma tendência natural para a desvalorização. Portanto, sempre que ponderar um investimento, analise como ele se comportará face à inflação. Porque é fundamental investirmos em ativos que tenham um comportamento historicamente positivo face à inflação. 2. Entenda a natureza e…

Nos últimos anos, dei comigo de forma mais ou menos repetida a lidar com um determinado desafio no que respeitava à minha relação com os meus filhos. Foi nesse contexto que me consciencializei de que, em casa tal como na empresas, seguia um modelo de líder-seguidor, bastante diferente do modelo ideal de líder-líder. Eu acho que um dos grandes desafios da liderança, senão mesmo o maior, é o desafio da paternidade. As crianças dão-nos algumas lições sobre o processo de sermos obrigados a envolvê-las no sentido de fazerem um determinado caminho. Da mesma forma, obrigam-nos a aprender sobre questões de disciplina, responsabilidade, etc. Eu percebi que, como crianças que eram, os meus filhos tendiam a não fazer naturalmente algumas tarefas. Tarefas domésticas, por exemplo, como fazer a cama ou ajudar a lavar a loiça do jantar. E apercebi me de que eles não faziam isso também porque, de alguma forma,…