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Ao longo dos tempos a liderança foi assumindo novos contornos. Aquilo que hoje é aceite pelas equipas já não é igual àquilo que acontecia no passado. Até ao início deste século, na maioria das empresas portuguesas, o medo imperava. Os recursos humanos não eram assumidos como uma parte muito relevante do sucesso. As pessoas sentiam-se dependentes do emprego para sobreviver e, por isso, faziam tudo o que lhes mandavam fazer. Não questionavam e aceitavam como naturais os tratamentos menos humanos de muitos chefes. No passado os chefes (porque não lhes consigo chamar líderes) mais conceituados eram mesmo os que berravam mais alto, os que davam mais ordens e os que tratavam pior os seus empregados. Hoje, havendo uma maior rotatividade nos empregos e tendo sido minimizada a ideia de um emprego para a vida, as pessoas aprenderam a valorizar-se (às vezes até demais!). Embora ainda haja pontualmente abusos, já é…

Segundo Jack Welch, um dos mais conceituados gestores da História, ao nível de performance, os colaboradores de qualquer empresa distribuem-se ao longo daquilo a que chamamos curva normal em Estatística. Numa das pontas desta curva estão os colaboradores de pior performance. Depois, no centro, temos a maior parte das pessoas com um desempenho médio e, no lado oposto aos primeiros, os colaboradores com melhor performance, os profissionais de excelência. O que distingue os seus desempenhos? Na minha opinião, são sempre os detalhes que fazem a diferença. São os hábitos que a maioria das pessoas pensa que não vão fazer a diferença no resultado final, mas em que os colaboradores de excelência investem porque valorizam. E é isso que os destaca de todos os outros. Os melhores profissionais fazem tudo o que os outros fazem, mas prestam atenção a detalhes a que os outros não prestam. E porque é que eles…

Toma as decisões para a sua empresa baseado nos resultados de curto prazo? Ou dá prioridade à visão de médio/longo prazo? Numa pré-escola da universidade de Stanford, na década de 1960, o psicólogo Walter Mischel iniciou um estudo com um conjunto de crianças, que depois as acompanhou ao longo das suas vidas académicas. Cada criança foi fechada numa sala. Colocaram um marshmallow à sua frente e foi-lhes explicado pelo assistente que, se eles não comessem aquele marshmallow, iriam ser recompensados no final com dois marshmallows para comerem. A mensagem foi passada de forma clara e foi garantido que a criança tinha percebido. Uma em cada três crianças comeu o marshmallow, não recebendo a recompensa final. As restantes crianças foram premiadas no final com dois marshmallows, conforme tinha sido prometido. Essas crianças foram todas acompanhadas e passados 14 anos foram analisados os seus perfis. Os resultados foram surpreendentes e permitiram concluir…

Quer aumentar os seus resultados? As nossas vendas, os nossos resultados, advêm do nosso comportamento e pensamento. São consequência do que fazemos ou deixamos de fazer. Raramente vejo um comercial dizer que não tem resultados porque não está a fazer as coisas certas. É raro alguém ter esse nível de consciência quando a realidade é exatamente essa. Se fazem o que sempre fizeram vão ter os resultados que sempre tiveram, na melhor das hipóteses.  Como é que eu mudo o meu comportamento? Costumo dizer que a nossa identidade é como um icebergue. Vê-se apenas 10% , aquilo que apreciamos uns nos outros, através do nosso comportamento.  A razão que conduz ao comportamento em si não se vê, está escondida debaixo de água. E o que será que compõe a parte do icebergue que está imerso? Aquilo que condiciona o que nós fazemos é a nossa maneira de pensar. Se eu pensar…