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O sucesso, entendido como aquilo que cada indivíduo mais valoriza, é sempre aquilo que procuramos na vida. Alguns de nós conseguimos identificá-lo de uma forma clara, outros nem por isso. Mas há sempre algo que valorizamos e de que andamos a correr atrás. E às vezes é preciso fé! Todas as pessoas querem chegar ao cume da sua montanha, mas nem todas têm a força de vontade para fazer a escalada até lá. Todas querem atingir o seu sucesso, mas muito poucas são aquelas que estão disponíveis para fazer o esforço necessário. O sucesso dá trabalho. Para nos tornarmos especialistas em determinada tarefa são precisas muitas horas de treino e de estudo. É óbvio que ter algum jeito natural para essa função também ajuda, mas nenhum génio o é sem esforço. Será que o Cristiano Ronaldo conseguiria ser o que é hoje, sem as horas de treino que tem? Como…

Nós habituámo-nos por alguma razão a confundir atividade com produtividade. “Trabalhar muito” está longe de significar conseguir bons resultados. Mas não termos bons resultados também não significa que não nos tenhamos esforçado, e muito. Na grande maioria das vezes, quando discutimos resultados, não está em causa o número de horas que cada vendedor dedica às suas funções. A maior parte dos comerciais trabalha 8 horas. Muitas vezes até mais do que isso. No entanto, podem não estar a dedicar essas 8, 9, 10 horas às atividades que vão de facto fazer a diferença na sua atividade. E uma das atividades fundamentais e das quais os comerciais não podem mesmo descurar é a geração de novos contactos. Na área comercial, é absolutamente crítico que se concentre na alimentação do seu funil comercial constantemente. Independentemente daquilo que esteja a vender, é fundamental que continue a fazer vários novos contactos, novos leads todos…

Imaginem uma canoa com dois atletas. Um rema para a frente e o outro para trás. Qual será o resultado? Provavelmente aquela canoa não vai sair do mesmo sítio por mais esforço que os dois canoístas façam. Imaginem agora um hamster dentro da sua roda de exercício. Por mais que ele se esforce também não consegue sair do mesmo sítio. Desde pequena, sempre me ensinaram que a vida não era fácil. Que não se conseguiam atingir resultados sem esforço. Que tudo na vida teria de ser conseguido com muito trabalho e dedicação árdua. Hoje olho para trás e percebo que aquela foi uma lição útil porque, na vida, é realmente importante estarmos disponíveis para fazermos esforços. Só aceitando desafios e fazendo coisas a que não estamos tão habituados é que podemos ir além dos nossos limites, dando o nosso melhor em tudo aquilo que fazemos. É importante estarmos disponíveis para…

Já partilhei várias vezes que considero a alienação o maior flagelo económico do final do século XX até aos nossos dias. Mas converter uma equipa ao envolvimento é um desafio para qualquer líder. Colaboradores que fazem a tarefa pela tarefa e não pelo resultado são um problema passível de ser identificado em quase todas as empresas. Não sabe o que é alienação?! Descubra neste artigo Faz parte do trabalho dos líderes criar envolvimento.  Mas será que é sempre possível? Talvez seja. Aliás, somos ensinados a acreditar que tudo é possível. No entanto, para mim, a questão não é se é possível ou não. Mas sim se vale a pena fazê-lo. Por outras palavras, converter uma equipa que esteja verdadeiramente alienada numa equipa envolvida é uma tarefa que vai implicar um enorme esforço por parte do líder. Para além do esforço, esse processo vai provavelmente levar muito tempo até que o líder…

Para qualquer que seja a nossa atividade profissional, devemos reconhecer o nosso alvo de produtividade. No centro deste alvo encontram-se as tarefas mais produtivas e o tempo mais bem pago. Contrariamente, conforme nos vamos afastando do centro, vamos encontrando as tarefas menos produtivas e que menos desmultiplicam o resultado do nosso esforço. Já pensou no seu alvo de produtividade? Sabe que tarefas lhe trazem mais resultados e dinheiro? E aquelas em que não deve investir a maioria do seu tempo? Pensemos então em qual será o alvo de produtividade de um consultor imobiliário. O centro do alvo O centro do alvo é sempre trabalho intelectual. É o tempo de pensar. Quando os consultores imobiliários estão a medir a sua atividade, estão claramente no centro do alvo. E este é o tempo mais bem pago. Definir objetivos, fazer planos para os atingir, fazer o melhor juízo sobre as tarefas que devem ser…

No progresso em direção à independência financeira é crucial entender o conceito de alavancagem. Ou seja, a nossa capacidade de multiplicar o resultado do nosso esforço e assim obter maiores rendimentos. Isto porque a chave para a criação de fortuna não está no número de horas que trabalhamos, mas no valor que colocamos nas nossas horas de trabalho. Até porque o nosso dia, à semelhança do dos demais, nunca terá mais do que 24 horas. Assim o tempo humano é limitado, mas não há limite para o valor que podemos acrescentar a esse tempo. Nesse sentido, o conhecimento da escada da independência financeira possibilita-nos ter uma consciência mais clara do nível de alavancagem dos nossos rendimentos. 1.° nível de alavancagem: o empregado O empregado possui um nível de alavancagem praticamente inexistente. Quando trabalhamos por conta de outrem, trocamos um determinado número de horas por semana por uma determinada remuneração,…

Quando “sobressistematizamos” uma empresa… E deixamos que os sistemas se tornem mais importantes do que as pessoas e do que a relação com o mercado, esta empresa terá tendência a degenerar para o que aprendemos a classificar como o outono. No outono a empresa parece estar numa passadeira. Começa a fazer-se muito esforço para pouco progresso. A empresa foca-se mais na informação do que na ação. Mais na forma do que no conteúdo, começando a dar demasiada importância aos processos. O crescimento começa a abrandar de uma forma significativa no que se refere às vendas. A esse abrandamento das vendas segue-se normalmente uma maior pressão sobre as margens com consequências inevitáveis numa menor capacidade de gerar cash flow. Nesta fase começa a haver alguma tendência para a negação. Isto acontece porque os executivos não querem aceitar que estão a iniciar uma curva descendente. Dessa forma, as más notícias começam a ser…