Arquivo de esforço - Paulo de Vilhena
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Imaginem uma canoa com dois atletas. Um rema para a frente e o outro para trás. Qual será o resultado? Provavelmente aquela canoa não vai sair do mesmo sítio por mais esforço que os dois canoístas façam. Imaginem agora um hamster dentro da sua roda de exercício. Por mais que ele se esforce também não consegue sair do mesmo sítio. Desde pequena, sempre me ensinaram que a vida não era fácil. Que não se conseguiam atingir resultados sem esforço. Que tudo na vida teria de ser conseguido com muito trabalho e dedicação árdua. Hoje olho para trás e percebo que aquela foi uma lição útil porque, na vida, é realmente importante estarmos disponíveis para fazermos esforços. Só aceitando desafios e fazendo coisas a que não estamos tão habituados é que podemos ir além dos nossos limites, dando o nosso melhor em tudo aquilo que fazemos. É importante estarmos disponíveis para…

Já partilhei várias vezes que considero a alienação o maior flagelo económico do final do século XX até aos nossos dias. Mas converter uma equipa ao envolvimento é um desafio para qualquer líder. Colaboradores que fazem a tarefa pela tarefa e não pelo resultado são um problema passível de ser identificado em quase todas as empresas. Não sabe o que é alienação?! Descubra neste artigo Faz parte do trabalho dos líderes criar envolvimento.  Mas será que é sempre possível? Talvez seja. Aliás, somos ensinados a acreditar que tudo é possível. No entanto, para mim, a questão não é se é possível ou não. Mas sim se vale a pena fazê-lo. Por outras palavras, converter uma equipa que esteja verdadeiramente alienada numa equipa envolvida é uma tarefa que vai implicar um enorme esforço por parte do líder. Para além do esforço, esse processo vai provavelmente levar muito tempo até que o líder…

Quando “sobressistematizamos” uma empresa… E deixamos que os sistemas se tornem mais importantes do que as pessoas e do que a relação com o mercado, esta empresa terá tendência a degenerar para o que aprendemos a classificar como o outono. No outono a empresa parece estar numa passadeira. Começa a fazer-se muito esforço para pouco progresso. A empresa foca-se mais na informação do que na ação. Mais na forma do que no conteúdo, começando a dar demasiada importância aos processos. O crescimento começa a abrandar de uma forma significativa no que se refere às vendas. A esse abrandamento das vendas segue-se normalmente uma maior pressão sobre as margens com consequências inevitáveis numa menor capacidade de gerar cash flow. Nesta fase começa a haver alguma tendência para a negação. Isto acontece porque os executivos não querem aceitar que estão a iniciar uma curva descendente. Dessa forma, as más notícias começam a ser…