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Há muita coisa que acontece que nós simplesmente não controlamos. Muitas coisas são totalmente condicionadas por fatores externos, em que nós não temos qualquer influência. Por exemplo, se está a chover ou a fazer sol, se está calor ou frio, se é verão ou inverno, se o semáforo está verde ou vermelho, se está trânsito ou não, se o meu colega do lado teve um boa noite de sono ou não, etc. Mas há uma coisa que eu consigo sempre controlar e nunca me posso esquecer disso: eu posso controlar a minha reação a estes factos. Se estiver a chover eu posso levar o guarda-chuva. Se for inverno eu posso levar mais um casaco. Posso sair de casa mais cedo para que, mesmo que apanhe trânsito, chegue ao meu destino a horas. No entanto, há pessoas que são eternas vítimas e que se estão constantemente a queixar daquilo que lhes acontece.…

A maioria dos líderes que conheço reclama da equipa que têm. Gerir pessoas é difícil, mas na maior parte dos casos, ou mesmo sempre, o problema está no líder e não na equipa! Depois de lerem as frases anteriores, 50% dos leitores já abandonaram este artigo. Admitir a responsabilidade sobre a equipa, sobre as suas ações e os seus resultados é muito difícil. As pessoas, na sua maioria, não estão preparadas para assumirem a propriedade daquilo que lhes acontece e, por isso, preferem encontrar desculpas e culpar os outros. Deixem-me partilhar convosco que, na minha opinião, a capacidade de assumir a propriedade do que nos acontece, como sendo consequência das nossas escolhas, é um dos comportamentos que distingue os vencedores das vítimas, as pessoas que realmente têm sucesso na vida. Sejamos honestos. Um líder tem o poder de recrutar, ensinar, encaminhar, influenciar, controlar e ainda alertar a maneira como as coisas…

Será que sabe aproveitar tudo aquilo que já aprendeu? Será que consegue aplicar todo o seu conhecimento? A resposta é, na maior parte dos casos, não. Existe mesmo um ditado popular que nos diz: “Faz o que te digo, não faças o que eu faço!” É um sinal claro de que, muitas vezes, não agimos de acordo com aquilo que racionalmente conhecemos ser o melhor. Se algum amigo nos perguntasse, provavelmente aconselharíamos algo diferente ao que escolhemos fazer. Então isso quer dizer que nem sempre escolhemos o melhor para nós, mesmo que saibamos o que é. Porque será? Há forças que nos puxam para a nossa zona de conforto, que nos mantêm agarrados ao mais fácil. Estas forças fazem-nos ficar agarrados às fórmulas que já utilizámos e cujos resultados já conhecemos. Racionalmente até podemos saber que outros caminhos nos trariam melhores resultados, mas tendemos a olhar para a possibilidade mais…

É importante que as empresas tenham bem definidos e conhecidos os seus pontos de cultura. Porque estes são valores inegociáveis que vão garantir que todos os colaboradores se comportam alinhados com os mesmos princípios. Como coach empresarial trabalho com muitas empresas de diversos ramos de atividade e diferentes dimensões. Um dos problemas de que os empresários mais se queixam é de terem de andar sempre atrás dos seus colaboradores. Terem de controlá-los e explica-lhes como proceder vezes sem conta para garantir que estes fazem as tarefas como é suposto e que não se perdem no caminho. Mas será que está claro para todos o que é aceitável na empresa? Todas as pessoas têm os seus valores, características que valorizam muito e que condicionam todas as suas decisões e comportamentos. Estas características são únicas e podem ser muito diferentes de pessoa para pessoa. Nas empresas é semelhante, e essas características têm…

Quer aumentar os seus resultados? As nossas vendas, os nossos resultados, advêm do nosso comportamento e pensamento. São consequência do que fazemos ou deixamos de fazer. Raramente vejo um comercial dizer que não tem resultados porque não está a fazer as coisas certas. É raro alguém ter esse nível de consciência quando a realidade é exatamente essa. Se fazem o que sempre fizeram vão ter os resultados que sempre tiveram, na melhor das hipóteses.  Como é que eu mudo o meu comportamento? Costumo dizer que a nossa identidade é como um icebergue. Vê-se apenas 10% , aquilo que apreciamos uns nos outros, através do nosso comportamento.  A razão que conduz ao comportamento em si não se vê, está escondida debaixo de água. E o que será que compõe a parte do icebergue que está imerso? Aquilo que condiciona o que nós fazemos é a nossa maneira de pensar. Se eu pensar…