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Riqueza

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Para explicar o modo como funciona o fenómeno da capitalização, eu transcrevi no meu livro O Mapa da Independência Financeira uma história milenar da sabedoria oriental que partilho também aqui convosco. O poder da capitalização é a força mais poderosa da natureza. E só dominando e aplicando essa fórmula é possível criar riqueza! Aquela que Einstein considerou a mais impressionante fórmula da matemática resulta na mais importante lição a aprender no que respeita à criação de riqueza. A narrativa milenar da sabedoria oriental que quero partilhar é a seguinte: “A filha do Imperador chinês estava doente e este prometeu todas as riquezas imagináveis a quem a curasse. Um jovem camponês chamado PongLo entrou no palácio. Com a sua inteligência e bravura, curou a Princesa e conquistou o seu coração. Como recompensa, PongLo pediu a mão dela em casamento. O Imperador recusou e disse ao camponês para pedir qualquer outra coisa,…

Todos nós já ouvimos dizer que o dinheiro não traz felicidade. Eu acredito nesta ideia, mas creio que é muitas vezes mal interpretada. Muitos de nós fomos até educados a atribuir um valor negativo à fortuna, a considerá-lo algo “sujo” que só se consegue à custa dos outros. A verdade é que, se acumular riqueza financeira, vai acabar por, direta ou indiretamente, fazer florescer algum tipo de riqueza à tua volta. Quando criamos riqueza, temos dinheiro que sabemos que vamos cobrar e eventualmente nunca vamos usar. Então, podemos dispensar esse dinheiro e fazer algo por alguém que não nos é nada diretamente. E fazemo-lo apenas porque acreditamos que o devemos fazer. Pessoas, animais, instituições sociais, ambientais ou científicas… Podemos apoiar os mais diversos projetos de caridade, solidariedade, proteção ou desenvolvimento. Todavia, quando construímos fortuna, mesmo que não ofereçamos uma parte, nem façamos nenhum tipo de caridade, estamos a gerar riqueza à nossa…

Os passivos são o que, nas nossas vidas, representa uma responsabilidade constante. Os passivos geram despesas, enquanto os ativos geram receitas. Infelizmente, e na maior parte das famílias de classe média, o valor dos passivos ultrapassa o dos ativos, o que significa que o nosso património líquido tem um valor negativo. Por exemplo, a nossa casa, apesar de contabilisticamente ser um ativo, não gera rentabilidade, mas sim despesa. Portanto, para efeitos de independência financeira, trata-se de um passivo. Poderemos considerá-la, quando muito, um mal necessário, uma vez que precisamos de ter um teto e sentir alguma segurança. Todavia, ter casa não gera nenhum tipo de retorno financeiro. Para muitas famílias, as receitas servem exclusivamente para fazer face às despesas com os passivos e assim gera-se apenas despesa e não património líquido. Ora, criar riqueza financeira consiste em construir património líquido, cujo equivalente contabilístico será o capital próprio. Ou seja, é…

Quer ter uma vida melhor do ponto de vista financeiro? Selecionei 8 livros que eu considero críticos e que podem ajudá-lo a traçar um caminho para gerir melhor as suas finanças pessoais e conquistar a sua independência financeira. 4 Livros sobre os pilares da criação de riqueza e onde pode aprender os princípios básicos da poupança… ​1.º livro: O Homem Mais Rico da Babilónia Escolhi primeiro este livro, de George S. Clason, não por achar que é o mais importante mas porque é um livro de sabedoria milenar. É um clássico sobre como multiplicar riqueza e solucionar problemas financeiros. Quase todas as grandes lições sobre criação de riqueza estão escritas neste livro. Encontra-as integradas nas histórias dos antigos babilónios – os habitantes da cidade mais rica e próspera dO seu tempo. Os princípios descritos são transversais, alguns mais concretos, outros mais técnicos, mas é um livro que se lê facilmente. …