Arquivo de motivação - Paulo de Vilhena
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Para um empresário, como para qualquer pessoa, há dias difíceis, em que tudo parece correr mal.  Levantamo-nos já atrasados, o despertador não tocou pois faltou a electricidade, os nossos filhos em vez de colaborarem parecem mais preguiçosos do que nunca, o carro não pega pois as luzes ficaram ligadas a noite toda, um colaborador muito importante liga a dizer que está doente e que não vai trabalhar, um potencial cliente com quem tínhamos reunido na véspera liga a dizer que não vai avançar com o contrato e um já cliente importante liga-nos a dizer que vai rescindir o contrato pois encontrou uma alternativa muito mais barata…  É neste momento que dá vontade de mandar tudo para o alto e dizer: DESISTO! Ser empresário é ter dias assim, mas encontrando uma forte convicção naquilo que fazemos, continuamos o caminho. Levantamos a cabeça, procuramos outras alternativas e lá vamos nós em frente.…

Muitas pessoas que me procuram pedem-me que de alguma forma tenha uma intervenção motivacional junto das suas equipas. É um facto que, com a conjuntura económica que estamos a atravessar, muitas vezes a questão emocional é difícil de gerar nas empresas, mas para mim também é difícil acreditar que é uma questão de motivação que impede os negócios de crescer e os resultados de serem melhores. Da forma como eu vejo as coisas, os negócios são um jogo intelectual. São um jogo de ideias e um jogo em que os resultados decorrem diretamente das escolhas que nós fazemos e das decisões que nós tomamos. E muito menos da motivação, ou falta dela, que exista nas nossas equipas. Por isso acredito que os negócios não são um jogo motivacional, mas sim um jogo intelectual. E nós sabemos que a motivação e a parte mais racional dos negócios muitas vezes têm correlações…

Eu costumo referir que, no que toca à liderança, existem dois tipos de poder que podemos exercer sobre as nossas equipas: o poder duro e o poder suave. É crítico que os saibamos diferenciar e que percebamos que eles desencadeiam diferentes resultados nos desempenhos e posturas dos nossos colaboradores. O poder duro é o poder da coação: “Vais fazer assim porque eu mando!”. Importa referir que coercivamente tiramos o mínimo das pessoas. Ou seja, quando usamos este poder, as pessoas cumprem os requisitos mínimos para evitar problemas. E limitam-se a fazer só e exatamente aquilo a que as obrigamos. Já o poder suave dá-se quando deixamos as pessoas inspiradas e envolvidas. Este poder funciona pela força da atração. Porque são os colaboradores que escolhem dar e, por isso, preocupam-se em aparecer com o trabalho feito. Chegam mesmo a dar mais por um projeto do que por si próprios. No entanto,…