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Quando contraímos dívidas, estamos pagar despesas para as quais ainda não temos dinheiro. Ou seja, estamos a criar uma despesa para a vida. É um buraco no qual nos vamos enterrando cada vez mais. Por isso, pare de cavar! Este é um dos principais problemas que afeta a classe média e que a impede de alcançar a independência financeira. Porque parte dos rendimentos da classe média serve para pagar uma série de dívidas que foram contraídas para antecipar algum consumo. Há uma parte do salário que fica imediatamente alocado ao empréstimo à habitação, ao empréstimo automóvel, ao cartão de crédito… Coisas que consumimos antes de poder pagar e que acabam por esvaziar uma parte importante do nosso retorno. Eu chamo-lhe gastar dinheiro no passado. Ora, manter ou aumentar os níveis de dívida funciona, do ponto de vista do nosso património individual, como um aspirador de recursos. E porquê? Por causa…

Os juros sobre juros tanto podem ser um auxiliar precioso na formação de riqueza como o maior problema da nossa dívida. Como explico no meu livro O Mapa da Independência Financeira, trata-se de capitalização negativa! Muitas vezes, quando o nosso rendimento resulta de um salário passamos a esmagadora maioria do ano a trabalhar para pagar ora impostos ora dívidas, como a hipoteca da habitação, créditos para automóvel, cartões de crédito, etc. E lá para o fim do ano, só depois de trabalharmos para o Estado e para o banco – digamos assim – é que começamos a trabalhar para nós. Claro que é nossa obrigação pagar as dívidas que contraímos ao banco, tal como os nossos impostos. Mas, para caminharmos em direção à independência financeira, é essencial que reduzamos o tempo que trabalhamos para essas entidades e aumentemos o tempo que trabalhamos para nós. Isso será também um incentivo para…