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Para caminharmos em direção à independência financeira é crítico que consigamos controlar o nosso ímpeto consumista. Fazê-lo é relativamente fácil do ponto de vista teórico, mas é obviamente mais difícil de executar na prática. Na minha opinião, a primeira coisa que temos de entender é quanto queremos de facto ser um dia financeiramente independentes. Estamos realmente dispostos a abdicar da gratificação imediata, do impulso consumista, a favor de um resultado de longo prazo muitíssimo superior? Isto porque não há forma de criar nenhum tipo de riqueza ao longo do tempo sem que vivamos abaixo dos nossos meios. Por isso, é imperativo que refreemos de alguma forma o nosso impulso consumista. As estimativas apontam que entre 20 a 30% das nossas despesas anuais sejam realizadas em coisas que nós de facto não precisamos. Ou seja, gastamos parte significativa do nosso dinheiro em bens e serviços que não melhoram a nossa qualidade…

A Lei de Parkinson, aplicada às finanças pessoais, revela-nos que os nossos gastos crescem na direta proporção das nossas receitas. Isso torna mais complicada (ou melhor, desafiante!) a nossa missão de reunir massa crítica para realizar os nossos investimentos ou criar uma poupança. Independentemente dos nossos ganhos, temos de conter os gastos o mais possível abaixo das nossas receitas. Só assim conseguiremos alcançar a independência financeira. Então, para conseguir fazer esse controlo a primeira tarefa a realizar consiste em ter uma perceção real das nossas despesas. Portanto, comece por fazer uma lista dos seus gastos habituais. Depois faça uma análise dessas despesas no sentido de ver onde poderia reduzir pelo menos 10% em cada uma das áreas. Verá que é possível fazê-lo sem alterar a sua qualidade de vida. Vejamos onde poderia aplicar essa redução: Alimentação Gastar muito dinheiro em alimentação nem sempre é sinónimo de comer bem do ponto de vista…

Hoje falo-vos de despesas e do ciclo mensal da poupança. Os nossos gastos crescem na direta proporção das nossas receitas. Se o seu objetivo é alcançar a independência financeira numa vida longa e eticamente responsável, é imprescindível que mantenha as despesas dentro de limites muito rigorosos e abaixo do que ganha. Seja ponderado nas suas compras a priori O primeiro passo para poupar e acumular riqueza é o controlo racional dos custos. Quanto mais afincadamente controlar as suas despesas mais perto vai estar da independência financeira. Seja a nível pessoal seja a nível profissional, este é um trabalho de reflexão que deve ser feito antes de cada compra. Explore o mercado, seja um consumidor informado e decida antes de fazer as compras para assegurar que aquele foi um gasto ponderado e uma boa decisão. Evite compras por impulso Todos os dias os departamentos de marketing estudam e criam novas…

De acordo com um estudo realizado em vários países desenvolvidos, apenas 2% dos reformados consegue subsistir por si mesmos. Acha que vai fazer parte deste grupo? A primeira coisa a saber é onde está a gastar o seu dinheiro. Segundo aquele estudo, quando chega a idade da reforma, 45% das pessoas passa a depender de familiares; 30% depende da Segurança Social ou de instituições de caridade; 23% continua a trabalhar; e apenas os restantes 2% consegue substituir por si mesmos (sendo que apenas 1% consegue sustentar-se sem perder património). Mas o cenário tende a piorar. Atualmente, dadas as alterações nas taxas de natalidade, a probabilidade de não virmos a ter uma reforma, apesar de todos os descontos que fizemos, é muito elevada. Quando, em 1889, Bismarck estabeleceu a idade da reforma aos 65 anos na Alemanha, a esperança média de vida era de 45 anos, e seriam poucos os que…