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No último dia 12 de abril foi apresentado um estudo por uma fundação portuguesa no qual se estima que a idade da reforma deve aumentar até aos 69 anos, em 2025, de modo a evitar que o pagamento de pensões tenha que ser feito com recurso ao Fundo de Equilíbrio Financeiro da Segurança Social. Após a apresentação do estudo, que apontava para a necessidade de aumentar a idade da reforma em três anos, multiplicaram-se as publicações nas redes sociais que entenderam essa proposta inscrita num estudo como um dado adquirido. E o caos instalou-se entre os contribuintes mais desatentos. Mas, independentemente de nos próximos anos a idade da reforma vir a aumentar ou diminuir, assim como o valor das pensões, haverá realmente motivo para nos preocuparmos? Na verdade, se realmente procuramos a independência financeira, termos assegurada uma pensão quando já não estivermos em idade ativa não nos deve deixar minimamente descansados. Por…

Investir é um passo decisivo no alcance da independência financeira. São os investimentos que nos permitem viver do retorno dos nossos ativos e não das nossas receitas. No entanto, este pode ser um verdadeiro desafio, principalmente para quem tenha poucas competências nesta área. Então como é que alguém que não tem competências técnicas para fazer investimentos pode fazê-los com um retorno acima da média e sem correr um risco superior ao dos profissionais? #1 Alargue o seu círculo de competências Garantir a priori o retorno sobre o ativo comprado é fundamental para não corrermos o risco de perder as nossas poupanças num investimento mal ponderado. Por isso nunca devemos ir além do nosso círculo de competências. Mas isto não significa que não possamos alargar este círculo. Como qualquer outra coisa nesta vida, saber investir pode ser aprendido através de conhecimento e formação. O que deve reter é que, seja em…

Uma das coisas que me tentaram ensinar quando fui para o mercado financeiro é que ganhamos dinheiro com um ativo quando o vendemos. Esta é uma ideia muito vulgar, no entanto, muito errada também. Seja qual for o ativo que estejamos a comprar, temos de o encarar como uma coisa preciosa, da qual não nos queremos desfazer com facilidade. Porque comprar um bom ativo por um bom preço é uma coisa rara. Por isso, o dinheiro ganha-se na compra, e não na venda. Nós ganhamos dinheiro quando compramos bem. No entanto, o pensamento contrário é muito recorrente, por exemplo, no mercado de ações. Porém, imaginemos que eu comprava ações da Google. Se eu encontrasse ações da Google, por um preço certo, ou seja, se as encontrasse baratas, não as ia querer vender nunca na vida. Porque nunca mais ia conseguir comprar ações da Google ao preço que comprei aquelas. Muitos…

A definição de investimento passa pela evidência matemática do retorno sobre o ativo comprado. E garantir esse retorno a priori é fundamental para não corrermos o risco de perder das nossas poupanças num investimento mal ponderado. Então é absolutamente crítico que invista as suas poupanças de forma adequada. Para tal existem alguns princípios que deve considerar antes de investir. 1. Analise o comportamento do ativo face à inflação Quando falamos de investimento, falamos no objetivo de aumentar o poder de compra. Por isso, todas as nossas decisões devem ser tomadas com o objetivo de construir património líquido a longo prazo. Com o fenómeno da inflação, o nosso património terá uma tendência natural para a desvalorização. Portanto, sempre que ponderar um investimento, analise como ele se comportará face à inflação. Porque é fundamental investirmos em ativos que tenham um comportamento historicamente positivo face à inflação. 2. Entenda a natureza e…

Quando investimos em imobiliário para construir riqueza, procuramos comprar imóveis para os tornar ativos não apenas contabilísticos, mas acima de tudo rentáveis. Hoje explico-lhe como garantir uma rentabilidade anual de 10% ou mais! Pode pensar nisto como arrendamento agrícola, ou de terrenos; como arrendamento comercial (embora este seja um mercado mais duro e que eu recomendo para profissionais); ou como arrendamento de habitação, que é o que mais faço e onde me sinto mais confortável. Antes de mais, lembre-se sempre de investir onde desenvolver competências. Não invista em coisas que não conhece. Estude-as bem e conheça a relação entre risco e o retorno daquilo em que pretende investir. O foco é sempre encontrar 10% de rentabilidade, entre o valor que paga e a renda que toma. Se estiver a procurar qualquer imóvel ao preço de mercado, obviamente encontrar uma rentabilidade de 8, 10 ou 12% não será fácil de encontrar.…