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Há quem diga que tudo acontece duas vezes na vida. A primeira na mente e a segunda na realidade. Trata-se de visualizar e realizar.

Neste contexto, torna-se extremamente importante sabermos o que queremos e visualizarmos o momento em que atingimos o objetivo. Devemos viver este momento intensamente, mesmo que, numa primeira fase, só na imaginação.

Porque está provado que os estímulos internos do cérebro são exatamente iguais quando imaginamos uma situação e a vivemos na realidade. Quando visualizamos o cumprimento de um determinado objetivo estamos a fornecer ao nosso cérebro a mesma mensagem como se o objetivo estivesse mesmo a ser cumprido. Assim, se tivermos uma sensação de grande emotividade relativamente à visualização da concretização de um objetivo, torna-mo-lo mais forte e realmente inegociável.

Eu, com os meus pensamentos de engenheira, prefiro acreditar que se souber o que quero e se perceber como o vou conseguir, então as coisas vão acontecer. Para isso tenho de fazer um plano detalhado do caminho que tenho de percorrer e de me conseguir manter fiel à execução consistente desse mesmo plano.

Eu sei que tenho aquilo que tolero e, por isso, se eu só tolerar a concretização dos meus objetivos, eu sei que vai acontecer.

Posso ter de correr mais, de correr mais depressa, de pedir ajuda, de fazer o pino… mas vai acontecer!

O universo também nos dá boas ajudas. O universo dá-nos claros sinais que nos auxiliam a percorrer o caminho de forma certeira. É importante estarmos atentos, pois isso vai-nos ajudando a melhorar o nosso plano para chegarmos ao destino de uma forma mais simples e mais rápida.

Apesar de não ignorar, de forma nenhuma, os sinais do universo, prefiro pensar que a nossa persistência, determinação e resiliência nos ajudam muito. É fundamental irmos medindo os resultados de todas as ações, testando e medindo para mantermos o ritmo necessário para chegarmos onde queremos.

Então visualizar é crítico. Mas só com ideias será garantidamente mais difícil atingir os objetivos.

A maioria dos meus clientes de coaching empresarial tem uma noção do que querem que aconteça mas tem muita dificuldade em organizar o pensamento de uma forma estruturada e passar das ideias aos planos, transformá-las em números e ações concretas que os levem no caminho da realização dos seus objetivos.

O trabalho que faço com eles começa por ser criar a visão, a missão e os pontos de cultura da empresa. Começamos pelas bases do futuro da empresa, um futuro aspiracional, a que talvez nunca cheguemos, mas que serve como horizonte.

Depois de ter essa visão aspiracional, passamos para o desenho da estratégia. Procuramos perceber a médio/longo prazo onde queremos estar, que clientes queremos servir e como poderemos fazê-lo de forma diferenciada, encontrando o seu espaço no mercado.

Depois, desenhamos os objetivos concretos anuais e trimestrais, torna-mo-los verdadeiramente inegociáveis e identificamos todos os detalhes desses objetivos. E só depois estabelecemos as ações concretas que vão ter de ser implementadas para nos aproximarmos dos objetivos.

Finalmente, com o objetivo de garantir que os objetivos são cumpridos, é fundamental ter um conjunto de métricas operacionais (KPI) para acompanharmos diariamente e para garantirmos o ritmo e envolvimento de toda a organização.

Em conclusão, é muito importante imaginar e visualizar os objetivos. Mas se não quer correr riscos, na minha opinião, tem também de planear e manter uma execução consistente para garantir que faz o caminho até ao seu destino.

Mariana Arga e Lima
Business and Executive Coach na Paulo de Vilhena Business Excelerators

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“Os pensamentos são coisas…” (N. Hill)