Há um ciclo de maturidade que temos de respeitar, tanto na natureza, como nas nossas empresas. Não podemos semear hoje e amanhã estar a tirar dividendos. Por isso, é importantíssimo perceber a diferença entre tempo vertical e tempo horizontal. Um dos maiores erros que se comete na gestão da maior parte das PME consiste em querer colher de imediato. Por vezes, a empresa ainda não gerou uma venda, ainda não tem um tostão de lucro, e os empresários já estão a “colher”, comprometendo as vendas, o lucro e o fluxo de caixa futuro. Tais empresários estão a gastar por conta daquilo que acreditam que um dia irão lucrar. Devemos então ter a noção dos ciclos de amadurecimento e de crescimento, para colher na altura da colheita e não antes. Perceba do que falo no vídeo abaixo. Então, o tempo horizontal é o tempo das práticas simples, que repetimos diariamente de forma…
Só dominando e aplicando a fórmula da capitalização é possível criar riqueza. Mas, a menos que se ganhe uma herança, ninguém se torna milionário de um dia para o outro. Porque o tempo é o fator determinante neste processo. A fórmula da capitalização refere-se à rentabilidade sobre a rentabilidade ou ao juro sobre o juro, o juro composto. Apesar de o efeito da capitalização ser relativamente lento no início, a base vai-se expandindo e vai acelerando com o tempo. Na prática… Se investirmos 1 euro a 10%, ao fim de um ano teremos 1,1 euros. No ano a seguir, os mesmos 10% já não irão incidir somente sobre o 1 euro, mas sobre 1,1 euros. Então, no segundo ano, teremos uma rentabilidade maior à que tínhamos no primeiro ano. E no terceiro a rentabilidade também será superior à do ano anterior – e assim sucessivamente. Ou seja, ao longo do tempo,…
Acredito profundamente que o tempo e, por consequência, a sua gestão, é o único fator critico de sucesso. Porquê? A razão é muito simples. A forma como nós decidimos usar as 24 horas que temos disponíveis, as escolhas que nós fazemos sobre como usar cada minuto, cada hora, cada manhã, cada tarde, cada noite… Às vezes, as pessoas pensam que produtividade é só referente ao que fazemos no horário de trabalho… mas vai além disso. O tempo está sempre a correr, e cada minuto que passou já não pode ser recuperado. Portanto, há um sentido de urgência que é fundamental para que possamos fazer mais. Se o tempo é o único fator crítico de sucesso, as escolhas que eu faço em como usar esse tempo são o cerne da questão. Todo o tempo que temos à disposição e que se está a esgotar… como que uma ampulheta que não para de…
Era um comercial stressado, mas a sua vida mudou radicalmente desde a sua primeira venda! A sua agenda foi o que mais mudou nos primeiros tempos, ficando muito preenchida. Horas definidas para as suas chamadas telefónicas, muitas reuniões agendadas e muito tempo para pesquisa das empresas dos seus potenciais clientes… Algo interessante começou também a suceder interiormente: ele já não era o mesmo. ♦ Quantas mais chamadas telefónicas fazia, mais confiante se sentia; ♦ Quanto mais treinava a sua apresentação de reunião de vendas, mais seguro ficava; ♦ Quanto mais aperfeiçoava o seu dossier de vendas, mais motivado estava. Foram muitas horas a organizar, a estudar, a praticar e a polir tudo o que necessitava para ser um bom vendedor. Sentia-se muitas vezes como se estivesse a construir uma casa. Todos estes elementos em que trabalhou durante semanas a fio eram os alicerces da mesma. O monstro da gestão do tempo Já não…
Um dos aspetos mais sensíveis no processo de vendas é o tempo de decisão do cliente. Para nós, comerciais, quanto mais rápido for o processo, maior a probabilidade de nos ser favorável. Há processos que, no entanto, não têm condições para ter o nível de rapidez que pretendemos. E isso acontece por vários motivos! Pelas próprias características do processo e/ou da solução que comercializamos e apresentamos, por questões legais e até mesmo pelas características do prospeto. No que respeita ao tempo de decisão do cliente é possível identificar três tipos de vendas: rápida; médio prazo; demorada. As vendas de decisão rápida são transações em que os montantes envolvidos são tradicionalmente baixos. O nível de risco percebido pelo decisor não é muito elevado e este tende a não atrasar muito a decisão. Outra característica habitual nesta transação é não haver a necessidade de consultar terceiros para aprovação, o que possibilita uma resolução…