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Finanças Pessoais

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Na caminhada para a reforma milionária, há três níveis pelos quais se pode passar. É importante que conheça cada um deles para que perceba em que fase da sua jornada se encontra.1. Proteção financeiraEstamos em proteção financeira, quando temos liquidez para 12 ou 24 meses de despesas da nossa família. Não se trata de ter ações, mas sim dinheiro para fazer face às despesas básicas de um ou dois anos. Por exemplo, se sabemos que gastamos 20 mil euros por ano, deveremos ter entre 20 a 40 mil euros líquidos para nos sentirmos protegidos.2. Segurança financeiraEstar em segurança financeira equivale a possuir um valor de massa crítica que, estando investido a 8% ao ano, nos permita fazer face às nossas despesas mais básicas (renda, alimentação, transporte, etc). Se tivermos 20 mil euros de despesas básicas por ano, multiplicamos esse montante por 0,08 e o resultado é o valor de massa…

Criar uma poupança é fundamental para podermos realizar os nossos investimentos ou mesmo para eliminarmos de vez as nossas dívidas. Por isso hoje trago-lhe 3 dicas práticas para começar a sua poupança mensal. #1 – Guarde todas as moedas de 2€ Eu normalmente aconselho que as pessoas façam pequenos jogos para conseguir poupar. Nós precisamos de encontrar desculpas para poupar, porque o que a nossa cabeça faz normalmente é o contrário. Encontra desculpas para gastar o dinheiro! As pessoas que me seguem sabem que eu há uns anos que tenho a brincadeira de guardar todas as moedas de dois euros que me passam pelas mãos. Comecei com a fazê-lo quando escrevia o meu livro “O Mapa da Independência Financeira”, exatamente com a ideia de encontrar motivos para poupar quando a maior parte das pessoas encontra motivos para gastar. A minha experiência com isto e foi uma brincadeira que comecei a…

Para explicar o modo como funciona o fenómeno da capitalização, eu transcrevi no meu livro O Mapa da Independência Financeira uma história milenar da sabedoria oriental que partilho também aqui convosco. O poder da capitalização é a força mais poderosa da natureza. E só dominando e aplicando essa fórmula é possível criar riqueza! Aquela que Einstein considerou a mais impressionante fórmula da matemática resulta na mais importante lição a aprender no que respeita à criação de riqueza. A narrativa milenar da sabedoria oriental que quero partilhar é a seguinte: “A filha do Imperador chinês estava doente e este prometeu todas as riquezas imagináveis a quem a curasse. Um jovem camponês chamado PongLo entrou no palácio. Com a sua inteligência e bravura, curou a Princesa e conquistou o seu coração. Como recompensa, PongLo pediu a mão dela em casamento. O Imperador recusou e disse ao camponês para pedir qualquer outra coisa,…

No último dia 12 de abril foi apresentado um estudo por uma fundação portuguesa no qual se estima que a idade da reforma deve aumentar até aos 69 anos, em 2025, de modo a evitar que o pagamento de pensões tenha que ser feito com recurso ao Fundo de Equilíbrio Financeiro da Segurança Social. Após a apresentação do estudo, que apontava para a necessidade de aumentar a idade da reforma em três anos, multiplicaram-se as publicações nas redes sociais que entenderam essa proposta inscrita num estudo como um dado adquirido. E o caos instalou-se entre os contribuintes mais desatentos. Mas, independentemente de nos próximos anos a idade da reforma vir a aumentar ou diminuir, assim como o valor das pensões, haverá realmente motivo para nos preocuparmos? Na verdade, se realmente procuramos a independência financeira, termos assegurada uma pensão quando já não estivermos em idade ativa não nos deve deixar minimamente descansados. Por…

Para caminharmos em direção à independência financeira é crítico que consigamos controlar o nosso ímpeto consumista. Fazê-lo é relativamente fácil do ponto de vista teórico, mas é obviamente mais difícil de executar na prática. Na minha opinião, a primeira coisa que temos de entender é quanto queremos de facto ser um dia financeiramente independentes. Estamos realmente dispostos a abdicar da gratificação imediata, do impulso consumista, a favor de um resultado de longo prazo muitíssimo superior? Isto porque não há forma de criar nenhum tipo de riqueza ao longo do tempo sem que vivamos abaixo dos nossos meios. Por isso, é imperativo que refreemos de alguma forma o nosso impulso consumista. As estimativas apontam que entre 20 a 30% das nossas despesas anuais sejam realizadas em coisas que nós de facto não precisamos. Ou seja, gastamos parte significativa do nosso dinheiro em bens e serviços que não melhoram a nossa qualidade…

A esmagadora maioria das vezes em que um colaborador me pediu um aumento eu não dei. E de todas as vezes em que o fiz, arrependi-me… todas! Por outro lado, todos os aumentos que dei voluntariamente acho que foram bem dados. E porque é que é assim? É simples… Porque tem de haver uma justificação para qualquer aumento que vá além do tempo que a pessoa trabalha na empresa. Ou seja, uma pessoa entra numa empresa a receber um determinado valor. Um ano depois quer passsar a receber mais 10%. E porquê? É importante perceber o que ela sabe fazer agora que não sabia fazer há um ano. Que livros que leu? Que cursos frequentou? Em alguma coisa as suas competências têm de ter crescido para justificar um aumento. Porque se é a mesma pessoa que há um ano, então não há por que a sua remuneração crescer. Mas se, ao…

A esmagadora maioria das pessoas chega à idade da reforma sem a capacidade de se autossustentar. Apenas 3% das pessoas conseguem chegar à reforma sem depender de mais ninguém. Os outros 97% dependem de alguém ou de alguma coisa, seja de um regime de Segurança Social, de caridade, de apoio familiar ou mesmo de continuar a trabalhar depois da idade da reforma. Isto porque durante a sua vida de trabalho não conseguiram acumular dinheiro ou ativos que depois os sustentassem durante a reforma. Dos 3% que não dependem de ninguém, 2% dependem daquilo que acumularam durante a sua vida financeira, e apenas 1% representam aquilo que eu pessoalmente considero ser financeiramente independente. Ou seja, são pessoas que são capazes de levar o estilo de vida que pretendem, sem limitações, vivendo apenas do retorno dos ativos em que investiram pessoalmente e sem consumir nenhum tipo de riqueza. Este é para mim…

Quando contraímos dívidas, estamos pagar despesas para as quais ainda não temos dinheiro. Ou seja, estamos a criar uma despesa para a vida. É um buraco no qual nos vamos enterrando cada vez mais. Por isso, pare de cavar! Este é um dos principais problemas que afeta a classe média e que a impede de alcançar a independência financeira. Porque parte dos rendimentos da classe média serve para pagar uma série de dívidas que foram contraídas para antecipar algum consumo. Há uma parte do salário que fica imediatamente alocado ao empréstimo à habitação, ao empréstimo automóvel, ao cartão de crédito… Coisas que consumimos antes de poder pagar e que acabam por esvaziar uma parte importante do nosso retorno. Eu chamo-lhe gastar dinheiro no passado. Ora, manter ou aumentar os níveis de dívida funciona, do ponto de vista do nosso património individual, como um aspirador de recursos. E porquê? Por causa…

O salário é para grande parte das pessoas a sua única forma de rendimento. Mas se aspiramos a alcançar a independência financeira, é crucial que assentemos esta ideia: lucros são melhores que salários. Nós tendemos a preferir os salários por uma questão de segurança. No entanto, eu acredito que essa segurança é puramente ilusória. Como explico no meu livro “O Mapa da Independência Financeira”, há vários motivos que suportam esta ideia. O tratamento fiscal dos lucros é mais vantajoso Quanto maior for o nosso salário, mais imposto pagamos sobre ele. Para além disso, os impostos sobre os salários são pagos antes de serem descontados os nossos gastos. Enquanto, os impostos sobre lucros só incidem sobre a diferença entre aquilo que nós gastamos e aquilo que nós geramos. Adicionalmente, a taxa de IRC é de apenas 25%, em Portugal, por comparação a praticamente o dobro da taxa de IRS que incide…

A definição de investimento passa pela evidência matemática do retorno sobre o ativo comprado. E garantir esse retorno a priori é fundamental para não corrermos o risco de perder das nossas poupanças num investimento mal ponderado. Então é absolutamente crítico que invista as suas poupanças de forma adequada. Para tal existem alguns princípios que deve considerar antes de investir. 1. Analise o comportamento do ativo face à inflação Quando falamos de investimento, falamos no objetivo de aumentar o poder de compra. Por isso, todas as nossas decisões devem ser tomadas com o objetivo de construir património líquido a longo prazo. Com o fenómeno da inflação, o nosso património terá uma tendência natural para a desvalorização. Portanto, sempre que ponderar um investimento, analise como ele se comportará face à inflação. Porque é fundamental investirmos em ativos que tenham um comportamento historicamente positivo face à inflação. 2. Entenda a natureza e…