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Quando “sobressistematizamos” uma empresa… E deixamos que os sistemas se tornem mais importantes do que as pessoas e do que a relação com o mercado, esta empresa terá tendência a degenerar para o que aprendemos a classificar como o outono. No outono a empresa parece estar numa passadeira. Começa a fazer-se muito esforço para pouco progresso. A empresa foca-se mais na informação do que na ação. Mais na forma do que no conteúdo, começando a dar demasiada importância aos processos. O crescimento começa a abrandar de uma forma significativa no que se refere às vendas. A esse abrandamento das vendas segue-se normalmente uma maior pressão sobre as margens com consequências inevitáveis numa menor capacidade de gerar cash flow. Nesta fase começa a haver alguma tendência para a negação. Isto acontece porque os executivos não querem aceitar que estão a iniciar uma curva descendente. Dessa forma, as más notícias começam a ser…

Por que não comemos pássaros Dodô no Natal? Lembro-me de ler na Internet, há muitos anos, um texto cujo título, numa tradução livre, seria algo como Por que não comemos pássaros Dodô no Natal. Este artigo explicava que estes pássaros, uma espécie de perus grandes, que viviam nas ilhas Maurícias, eram amistosos, por não conhecerem predadores, logo, nāo tinham noçōes para detetar as ameaças. Por isso, aproximavam-se das pessoas quando as viam. Quando nós, portugueses, chegámos às ilhas Maurícias, e vimos aqueles passarões aproximarem-se amistosamente… Não é preciso pensar muito para perceber que, infelizmente, rapidamente os extinguimos. O artigo referia também que no caso dos perus bravos o cenário é totalmente diferente. Porquê? Porque o peru bravo é um animal que vive em pânico. Não só deteta uma ameaça extremamente longe, como tem a capacidade de fugir. Quer voando, quer correndo, extremamente rápido e por entre as árvores. São, por isso,…

O que é para si a liderança? O que é para si ser líder? Na minha opinião, há dois aspetos básicos e fundamentais na liderança. Aquilo que eu chamo de liderança “suave” e outra que apelido de liderança “dura”. A liderança “suave” é aquilo que a maior parte das pessoas entende por liderança… Ou seja, a minha capacidade de atrair determinadas pessoas, de atrair as pessoas certas para o meu projeto. A minha aptidão de fazer com que elas me sigam, a minha competência  de me tornar suficientemente atrativo para que essas pessoas escolham voluntariamente envolver-se nos meus projetos, nas minhas ideias, na minha visão. A minha capacidade de inspirar outras pessoas a aplicar os seus esforços para me ajudar nos resultados que eu procuro. Resultados esses que deverão beneficiar todas essas pessoas, obviamente. Por outro lado, existe o  lado mais duro da liderança. E esse não tem nada…