Algumas épocas do ano são propícias a certo tipo de reflexões, e o Natal é sem dúvida uma delas. O Natal é tradicionalmente a festa da família e um momento em que aproveitamos para passar tempo com as nossas raízes.

Neste dia 25 de dezembro quero partilhar consigo uma reflexão sobre um dos nossos sentimentos mais profundos. É um valor que é um dos pontos de cultura da nossa empresa, e acredito que seja a base das mais profundas realizações humanas e quiçá da felicidade.

Falo-lhe da Gratidão.

A gratidão é a nossa capacidade de olharmos à volta e nos centrarmos nas coisas boas que temos.

De manhã, quando nos levantamos, temos uma série de coisas boas à nossa volta e uma série de coisas menos boas. E temos o poder de escolher em que aspetos da nossa vida nos queremos centrar. Então, eu acredito que se, todos os dias, olharmos à nossa volta e nos centrarmos nas coisas boas que nos rodeiam, teremos um dia mais feliz do que se escolhermos olhar para aquilo que é menos bom ou que ainda não temos.

Talvez o Natal seja a altura ideal para pensarmos em todas essas coisas boas que temos. Acredito que isso nos ajude a lançar um novo ciclo até ao Natal seguinte e que esse ciclo seja sempre mais positivo do que o anterior.

Se olharmos para o nosso local de trabalho, para a nossa empresa, para os nossos relacionamentos, para a nossa saúde, ou mesmo para a nossa situação material, eventualmente aquilo que temos de bom é muito mais do que o que temos de menos bom. Talvez este desafio, numa primeira fase, o faça olhar para a coisa ao contrário. Pode ser que seja apenas uma questão de perspetiva, ou que esteja realmente a passar uma fase menos boa. Mas a verdade é que nós tendemos a fechar os olhos àquilo que é talvez o mais importante de tudo.

Nós tendemos a ignorar aquilo que já demos como garantido. Esquecemo-nos de estar gratos pelo sol, que mesmo nos dias de chuva está sempre presente. Esquecemo-nos de estar gratos pela chuva. Esquecemo-nos de estar gratos pelo chão, pelas sementes, pelo passar das estações do ano…

E estas são as coisas mais fundamentais que nos permitem intervir naquilo que a natureza nos disponibiliza. E iniciar a nossa participação no milagre da criação de valor.

Porque o mais importante continua a estar cá. O sol nasce e põem-se todos os dias. A terra continua a girar, garantindo o dia e a noite e o passar das estações do ano. Continuamos a ter chão e sementes. E havendo todas estas coisas, nós podemos participar no milagre da criação de valor, quando pegamos numa semente, pomos no chão e deixamos que a natureza faça o seu trabalho de a transformar numa planta.

Por isso, este Natal, dê a si mesmo o presente da Gratidão.

Eu partilho consigo o que sinto. Só posso estar grato por 2018 me ter trazido novos clientes, novos colaboradores, novas ideias, novas parcerias e novos projetos para 2019.

E você? Pelo que está grato? Partilhe comigo!

Boas festas

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