Investir é um passo decisivo no alcance da independência financeira. São os investimentos que nos permitem viver do retorno dos nossos ativos e não das nossas receitas. No entanto, este pode ser um verdadeiro desafio, principalmente para quem tenha poucas competências nesta área.

Então como é que alguém que não tem competências técnicas para fazer investimentos pode fazê-los com um retorno acima da média e sem correr um risco superior ao dos profissionais?

#1 Alargue o seu círculo de competências

Garantir a priori o retorno sobre o ativo comprado é fundamental para não corrermos o risco de perder as nossas poupanças num investimento mal ponderado.

Por isso nunca devemos ir além do nosso círculo de competências. Mas isto não significa que não possamos alargar este círculo. Como qualquer outra coisa nesta vida, saber investir pode ser aprendido através de conhecimento e formação.

O que deve reter é que, seja em que momento for, nunca se deve precipitar e correr riscos além do que pode calcular.

Então, analise o seu círculo de competências, reconheça as suas limitações e alargue as suas competências.

Mas nunca invista naquilo que não saiba que vá resultar.

#2 Leia o penúltimo capítulo do meu livro O Mapa de Independência Financeira

E porquê? Porque uma das duas estratégias de investimento que eu ensino detalhadamente no meu livro pode ser aplicada por qualquer pessoa. Como eu costumo dizer, é “à prova de idiota”. A expressão pode parecer um pouco provocadora, mas a ideia é exatamente essa. Até porque é normal que quem não trabalhe nesta área, não saiba como investir adequadamente.

E com esta estratégia que apresento no meu livro, qualquer pessoa, por mais despreparada que seja, pode seguir um plano de investimento com um retorno acima da média dos profissionais. Trata-se de uma abordagem perfeitamente matemática que pode ser aplicada por quem tenha o objetivo de alavancar as suas poupanças e alcançar a independência financeira.

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