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Há muita coisa que acontece que nós simplesmente não controlamos. Muitas coisas são totalmente condicionadas por fatores externos, em que nós não temos qualquer influência.

Por exemplo, se está a chover ou a fazer sol, se está calor ou frio, se é verão ou inverno, se o semáforo está verde ou vermelho, se está trânsito ou não, se o meu colega do lado teve um boa noite de sono ou não, etc.

Mas há uma coisa que eu consigo sempre controlar e nunca me posso esquecer disso: eu posso controlar a minha reação a estes factos. Se estiver a chover eu posso levar o guarda-chuva. Se for inverno eu posso levar mais um casaco. Posso sair de casa mais cedo para que, mesmo que apanhe trânsito, chegue ao meu destino a horas.

No entanto, há pessoas que são eternas vítimas e que se estão constantemente a queixar daquilo que lhes acontece.

Qualquer fator externo é uma boa desculpa para não conseguirem atingir os seus objetivos. Muitas vezes, mesmo antes de não conseguirem, já estão a dar as desculpas todas. Na maior parte dos casos apresentam essas desculpas como factos e não percebem como podem reagir de forma diferente a esses pontos que não controlam (ou talvez seja mais confortável não perceberem!)

Nos vendedores, este tipo de comportamento é crítico, mas infelizmente muito comum. Na maioria das empresas com que trabalho, lançamos muitas vezes aos comerciais o desafio de aumentarem significativamente o volume de vendas. A primeira atitude da grande maioria dos comerciais é justificar-me com grande veemência porque é que isso é impossível.

A zona de conforto é para todos os seres humanos, como o próprio o nome indica, muito confortável. Naturalmente queremos todos ficar debaixo da saia da mãe, sentir-nos protegidos.

Correr riscos, fazer coisas diferentes daquelas a que estamos habituados a fazer, aceitar desafios, não é fácil para ninguém. No entanto há quem abrace novos desafios de braços abertos, pondo os seus receios de lado. Mas há quem se agarre com todas as suas forças à sua zona de conforto.

Aqui está uma grande diferença entre uma pessoa de sucesso e uma pessoa de menos sucesso.

Voltando ao exemplo dos comerciais, um comercial de sucesso, quando é desafiado a aumentar as suas vendas de forma significativa, começa de imediato a pensar no como vai conseguir.

As perguntas que fazemos ao nosso cérebro são muito importantes. O nosso cérebro não nos deixa nunca sem uma resposta e, por isso, se fizermos as perguntas certas, vamos conseguir encontrar a chave para qualquer fechadura.

Mas atenção! As perguntas que fazemos são muito importantes.

Por isso, não perguntem “porque não vão conseguir” mas sim “o que têm de fazer para conseguir”!

Em resumo, percebam que não são uma vítima daquilo que vos acontece. Vocês não controlam o que vos acontece, mas controlam totalmente o que fazem com isso. Controlem o que dizem ao vosso cérebro e tenham muito cuidado com as perguntas que fazem a vocês mesmos.

Mariana Arga e Lima
Business and Executive Coach na Paulo de Vilhena Business Excelerators

 

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