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Um dos aspetos absolutamente prioritários, quanto  à nossa produtividade, prende-se com a nossa clareza em relação aos nossos objetivos. No que diz respeito a cumprir determinadas realizações clareza é poder.

Para isso, sugiro que pensemos no papel. No sentido de as nossas ideias ficarem não só muito mais estruturadas e testadas em relação a potenciais incongruências, mas também registadas de outra forma a nível mental.

Quando escrevemos algo no papel é como se o estivéssemos a escrever também no cérebro.

Uma vez conhecido o resultado final de forma tão completa, é importante perceber qual a melhor forma de lá chegar. À medida que esse aspeto vai ficando mais claro através de exercício mental devemos ir transformando esse caminho em tarefas concretas. O que teria de acontecer para nós lá chegarmos.

Definidas as tarefas, há que delinear também os prazos em que devem ser cumpridas. Se não criarmos a pressão de um prazo, as coisas tenderão a arrastar-se e ficar por fazer. Até porque as tarefas que menos nos agradam e não forçosamente as menos importantes vão ser sempre adiadas.

Depois, há que listar tudo o que vamos necessitar para realizar cada objetivo. Para que não tenhamos de o interromper ou atrasar ou mesmo adiar de cada vez que percebemos que vamos necessitar de outra coisa.


Há que transformar as listas em planos…

E compreender a necessidade de congruência entre um plano principal para os objetivos principais e os planos acessórios para os objetivos intermédios e mesmo para os planos de cada tarefa.

O caminho para uma realização importante começa com um primeiro passo. E faz-se dando depois mais um passo (e apenas um) de cada vez.

Um bom conselho pode ser o de nunca começar um dia sem antes o ter terminado. Fazer o planeamento do dia significa praticamente vivê-lo antecipadamente.

Saber exatamente o que tem de acontecer para que ele corra de acordo com os nossos objetivos e, principalmente, de que forma ele vai contribuir para os nossos projetos e objetivos a longo prazo.

Depois de conseguirmos não começar um dia sem antes o terminar, passamos a não começar uma semana sem antes a terminar. Este é o passo seguinte. Este é o passo mais longo…

Depois disso, não começar o mês sem antes o terminar, não começar o trimestre sem antes o terminar e, derradeiramente, não começar o ano sem antes o terminar!!!

 

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