Flávia Brito, autor em Paulo de Vilhena
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Flávia Brito

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A definição de investimento passa pela evidência matemática do retorno sobre o ativo comprado. E garantir esse retorno a priori é fundamental para não corrermos o risco de perder das nossas poupanças num investimento mal ponderado. Então é absolutamente crítico que invista as suas poupanças de forma adequada. Para tal existem alguns princípios que deve considerar antes de investir. 1. Analise o comportamento do ativo face à inflação Quando falamos de investimento, falamos no objetivo de aumentar o poder de compra. Por isso, todas as nossas decisões devem ser tomadas com o objetivo de construir património líquido a longo prazo. Com o fenómeno da inflação, o nosso património terá uma tendência natural para a desvalorização. Portanto, sempre que ponderar um investimento, analise como ele se comportará face à inflação. Porque é fundamental investirmos em ativos que tenham um comportamento historicamente positivo face à inflação. 2. Entenda a natureza e…

A inveja é considerada um dos sete pecados mortais. Mas será que o é obrigatoriamente? Ainda ontem, em conversa com a minha mãe, falávamos sobre o verdadeiro significado da inveja e como ela pode ou não ser realmente considerada um pecado mortal. Quando eu digo que gostava de ser como aquela pessoa, ou que gostava de ter aquilo que aquela pessoa tem, não percebo qual a razão para isso ser considerado um pecado. Porque eu não quero tirar nada a ninguém, apenas quero conquistar algo mais para mim. Ser ambicioso e querer ter o que os outros têm não prejudica ninguém. Pelo contrário, até dá valor aos outros pois significa que os admiro por já estarem aonde eu quero chegar ou por terem desenvolvido características que eu também quero para mim. O princípio que está por trás de considerar a inveja um pecado é o princípio da escassez. Este princípio…

Eu considero que a maior falácia desta Era da Informação em que vivemos é que conhecimento é poder. Toda a gente já ouviu certamente esta ideia. No entanto, o conhecimento só se transforma em poder no dia em que o pomos em prática. Por isso, para mim, conhecimento não é poder… é potencial. Nós só aprendemos de facto qualquer coisa quando o nosso comportamento muda em função desse conhecimento. É quando pomos o nosso conhecimento em ação que as coisas começam a mudar realmente para nós. Ao longo da minha vida profissional na área da educação empresarial, já ministrei inúmeros cursos para milhares de profissionais. Muitos deles, se não mesmo a maioria, estão no curso a ouvir uma série de ideias boas, a registá-las num caderno, a pensar que as vão fazer e no final… voltam às suas atividades profissionais e não fazem coisa nenhuma, não aplicam o conhecimento que…

Para qualquer que seja a nossa atividade profissional, devemos reconhecer o nosso alvo de produtividade. No centro deste alvo encontram-se as tarefas mais produtivas e o tempo mais bem pago. Contrariamente, conforme nos vamos afastando do centro, vamos encontrando as tarefas menos produtivas e que menos desmultiplicam o resultado do nosso esforço. Já pensou no seu alvo de produtividade? Sabe que tarefas lhe trazem mais resultados e dinheiro? E aquelas em que não deve investir a maioria do seu tempo? Pensemos então em qual será o alvo de produtividade de um consultor imobiliário. O centro do alvo O centro do alvo é sempre trabalho intelectual. É o tempo de pensar. Quando os consultores imobiliários estão a medir a sua atividade, estão claramente no centro do alvo. E este é o tempo mais bem pago. Definir objetivos, fazer planos para os atingir, fazer o melhor juízo sobre as tarefas que devem ser…

Em qualquer organização e equipa é fundamental estabelecer objetivos, metas e compromissos, discutir problemas e avaliar resultados. Para tal, a realização de reuniões periódicas é crucial. Todos os colaboradores devem saber em que ponto se encontra a empresa ou departamento, tal como o que devem fazer para contribuir para o seu crescimento sustentável. No entanto, muitas empresas reúnem a toda a hora, por tudo e por nada. E essas reuniões são desorganizadas, levam tempo a mais e delas saem muito poucas decisões… Por vezes os colaboradores saem mesmo sem a noção exata do que devem executar qualitativa e quantitativamente. Por isso eu sugiro 5 regras para a gestão de reuniões: 1. Confronte sempre os “factos brutais” Temos de ter a capacidade de apresentar a realidade como ela é. O que magoa mais as pessoas é sempre a forma como as coisas são ditas. Por isso, devemos dizer o que…

Costumo falar daquilo a que chamo alavancagem como a chave do crescimento empresarial. Hoje explico-lhe como pode, na prática, alavancar e assim fazer crescer o seu negócio. Conheço essencialmente 7 formas de alavancar… Utilizando: 1 – O conhecimento dos outros Serei mais produtivo quanto melhores forem as minhas escolhas e decisões. A melhor forma de aumentar o conhecimento disponível de forma rápida é acedendo ao conhecimento de outras pessoas. Como podemos então fazer isso? Essencialmente através da leitura de livros, aproveitando os tempos mortos em que vamos a conduzir para ouvir CD’s gravados por referências nas áreas que sejam essenciais para nós, frequentando bons cursos, seminários e workshops, etc. 2 –  A energia e o poder de execução dos outros Aqui surgem como principais sugestões a delegação de tarefas e a subcontratação. 3 –  O dinheiro dos outros Se encontrarmos forma de financiar as nossas ideias e projetos com…

Já imaginou como seria bom se num só email ou telefonema convertesse não só quem está do outro lado mas toda a rede onde essa pessoa está inserida? Aprenda a transformar os seus clientes em promotores do seu negócio. Uma das ideias que desenvolvo no meu livro Tudo o que aprendeu sobre vendas está errado… Ou precisa de ser revisto é a forma como pode cavar a sua mina de ouro campanha a campanha. Este conceito, a que chamei “escada da lealdade”, parte de um fenómeno que eu próprio experiencio com os meus clientes. Quem gosta volta, quem volta fica e quem fica traz outros clientes por recomendação. Isto é válido para qualquer comercial, seja qual for o seu negócio. Um cliente deve ser tão feliz consigo que não só lhe compra tudo como o segue atentamente. E ainda o recomenda a todos os contactos que conhece porque acredita, verdadeiramente, que…

No progresso em direção à independência financeira é crucial entender o conceito de alavancagem. Ou seja, a nossa capacidade de multiplicar o resultado do nosso esforço e assim obter maiores rendimentos. Isto porque a chave para a criação de fortuna não está no número de horas que trabalhamos, mas no valor que colocamos nas nossas horas de trabalho. Até porque o nosso dia, à semelhança do dos demais, nunca terá mais do que 24 horas. Assim o tempo humano é limitado, mas não há limite para o valor que podemos acrescentar a esse tempo. Nesse sentido, o conhecimento da escada da independência financeira possibilita-nos ter uma consciência mais clara do nível de alavancagem dos nossos rendimentos. 1.° nível de alavancagem: o empregado O empregado possui um nível de alavancagem praticamente inexistente. Quando trabalhamos por conta de outrem, trocamos um determinado número de horas por semana por uma determinada remuneração,…

O que sente quando alguém lhe diz que “não”? E quando alguém discorda da sua opinião? Está aberto a outros pontos de vista? Normalmente sentimo-nos mal. Sentimos que estamos a ser confrontados, contrariados, incompreendidos. Sentimos que a outra pessoa está a pôr em causa a nossa opinião e que isso não faz qualquer sentido. Sentimos que certamente que não gosta de nós, que só nos quer deitar a abaixo. Ou então que não percebeu o que quisemos dizer. Esta história começa desde que nascemos. Sentirem-se contrariados é um dos grandes motivos de insatisfação das crianças. Alguns pais tentam ainda justificar a razão do “não” mas, na verdade, tudo o que argumentarem depois já não é interpretado, pois as crianças já estão em modo de defesa. Neste modo, já ninguém ouve nada. Em alguns casos desligam todos os sentidos. Noutros ficam apenas a pensar quais as melhores formas de conseguir passar…

Já se imaginou a escavar para encontrar ouro sem um detetor de metais, ou sem qualquer conhecimento das zonas mineiras onde deve procurar? Até poderia encontrar, mas nunca seria tão rápido como a sua concorrência. Estaria sempre um passo atrás do seu verdadeiro potencial, correto? Ora, os seus clientes são a sua mina de ouro. Então é muito importante que os conheça e que invista nas suas ferramentas para identificá-los. Ir cada vez mais ao encontro dos interesses, necessidades e desejos dos seus clientes é o ponto fundamental para que eles o escolham. Para  tal,  tem de saber quem eles são. Por isso pergunto-lhe, conhece mesmo os seus clientes? Faça o teste! Responda a estas 6 perguntas: 1. Sabe quem lhe compra? A nível quantitativo e qualitativo, é importante perceber com quem estabelece relações comerciais. Se é alguém que escolhe o seu produto, seja qual for o nível de fidelidade; alguém que…