Ativos e passivos distinguem os pobres dos ricos | Paulo de Vilhena

Os passivos são o que, nas nossas vidas, representa uma responsabilidade constante. Os passivos geram despesas, enquanto os ativos geram receitas.

Infelizmente, e na maior parte das famílias de classe média, o valor dos passivos ultrapassa o dos ativos, o que significa que o nosso património líquido tem um valor negativo.

Por exemplo, a nossa casa, apesar de contabilisticamente ser um ativo, não gera rentabilidade, mas sim despesa. Portanto, para efeitos de independência financeira, trata-se de um passivo. Poderemos considerá-la, quando muito, um mal necessário, uma vez que precisamos de ter um teto e sentir alguma segurança. Todavia,  ter casa não gera nenhum tipo de retorno financeiro.

Para muitas famílias, as receitas servem exclusivamente para fazer face às despesas com os passivos e assim gera-se apenas despesa e não património líquido.

Ora, criar riqueza financeira consiste em construir património líquido, cujo equivalente contabilístico será o capital próprio. Ou seja, é necessário criar um excedente entre os nossos ativos e os nossos passivos.

É a forma como as pessoas se posicionam face aos ativos e aos passivos que faz com que os pobres sejam pobres, as pessoas de classe média sejam pessoas de classe média e os ricos sejam ricos. Perceba porquê no vídeo abaixo.

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